O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecia como “usuário master” da conta bancária de uma empresa offshore que detinha um terço do jato usado por ele em uma viagem dos Estados Unidos ao Brasil, em janeiro de 2025.
A informação consta de uma troca de e-mails entre o banco Santander e uma secretária do advogado Willer Tomaz. A Polícia Federal citou o conteúdo em um relatório da investigação sobre desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz negam que tenham mantido uma conta conjunta e afirmam que a informação registrada no relatório da PF é falsa.
Fonte: O Globo