O disco inédito “Na Correnteza”, de Paulo André Barata, foi lançado em Belém após permanecer quase quatro décadas guardado em uma fita cassete. O álbum chegou às plataformas digitais e também ganhou edição em CD pelo selo Na Music.
Gravado em 1987, o projeto reúne dez composições de Paulo André com parceiros como Ruy Barata, João de Jesus Paes Loureiro, Alfredo Oliveira e Edyr Proença. O repertório inclui a primeira versão de “Porto Caribe”, conhecida posteriormente como “Eu sou de um país que se chama Pará”. ([diariodopara.com.br](https://diariodopara.com.br/entretenimento/obra-inedita-de-paulo-andre-barata-e-lancada-neste-sabado-15-em-belem/))
A gravação foi localizada pelo jornalista Edgar Proença, que guardou uma cópia do material produzido originalmente por Tito Barata. Como a fita master havia sido extraviada, o conteúdo passou por limpeza, digitalização e remasterização antes de ser lançado.
O lançamento ocorre no mesmo período em que Paulo André Barata é homenageado em um espetáculo realizado nesta sexta-feira (25), data em que ele completaria 80 anos. O show está marcado para as 20h30, no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém, com a participação de 20 intérpretes. ([oliberal.com](https://www.oliberal.com/cultura/cancoes-amazonicas-de-paulo-andre-barata-ressoam-no-schivasappa-em-belem-1.1172772?utm_source=openai))
Nascido em Belém em 25 de setembro de 1946, Paulo André morreu em 25 de setembro de 2023, aos 77 anos. Cantor, compositor, arranjador e instrumentista, ele teve obras como “Pauapixuna”, “Foi Assim” e “Este Rio é Minha Rua” interpretadas por Fafá de Belém.
Em julho de 2025, a Lei Estadual nº 11.098 declarou a obra de Paulo André Barata patrimônio cultural e artístico de natureza imaterial do Pará. ([ioepa.com.br](https://ioepa.com.br/pages/2025/07/21/2025.07.21.DOE_4.pdf))
Fonte: g1 Pará