O disco inédito “Na Correnteza”, de Paulo André Barata, foi lançado em Belém após quase quatro décadas guardado em uma fita cassete. O álbum chegou às plataformas digitais e ao formato CD em 2026, pelo selo Na Music. ([qobuz.com](https://www.qobuz.com/br-pt/album/na-correnteza-paulo-andre-barata/a2rcmk6b6hnxo?utm_source=openai))
Gravado em 1987, o trabalho reúne dez faixas compostas por Paulo André em parceria com nomes como Ruy Barata, Paes Loureiro, Alfredo Oliveira e Edyr Proença. Entre as músicas está “Porto Caribe”, apontada como a primeira versão de “Eu sou de um país que se chama Pará”, além de “Izabela”, dedicada à sobrinha do artista. ([qobuz.com](https://www.qobuz.com/br-pt/album/na-correnteza-paulo-andre-barata/a2rcmk6b6hnxo?utm_source=openai))
A única cópia conhecida da gravação foi preservada pelo jornalista Edgar Proença, amigo de Paulo André. O material original teria sido produzido por Tito Barata, irmão do compositor, mas não foi lançado na época por falta de investimento e após o extravio da fita master.
Antes de chegar ao público, a gravação passou por limpeza e digitalização em Belém e por remasterização no Rio de Janeiro. O lançamento também integra as homenagens ao artista, que morreu em 25 de setembro de 2023, aos 77 anos.
Um show tributo está marcado para esta sexta-feira, 25 de setembro de 2026, às 20h30, no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém. Vinte intérpretes vão se revezar no palco, e parte das músicas de “Na Correnteza” deve integrar o repertório da apresentação.
Paulo André Barata nasceu em Belém e ficou conhecido por composições ligadas à identidade cultural amazônica. Canções como “Pauapixuna”, “Foi Assim” e “Este Rio é Minha Rua” foram gravadas por Fafá de Belém. ([amp.dol.com.br](https://amp.dol.com.br/entretenimento/musica/959506/obra-inedita-de-paulo-andre-barata-e-lancada-neste-fim-de-semana?d=1%3Fd%3D1&utm_source=openai))
Fonte: g1 Pará