O programa Desenrola 2.0 já renegociou quase R$ 1 bilhão em dívidas até esta segunda-feira, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A expansão do montante depende da integração de fintechs e bancos de pequeno porte ao Fundo Garantidor de Operações (FGO) e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
A adesão dessas instituições está em andamento, um processo considerado natural. A maioria das fintechs e bancos menores manifestou interesse em participar do Desenrola e já estava em fase de habilitação no FGO, administrado pelo Banco do Brasil, e no FGTS, gerido pela Caixa.
Os clientes do Desenrola podem usar até 20% do saldo de suas contas do FGTS, ativas ou inativas, limitados a R$ 1 mil, para quitar ou reduzir dívidas bancárias. Segundo Durigan, o FGO atua como garantia contra a inadimplência após 35 dias de carência, assegurando tempo hábil para a inclusão de todas as instituições interessadas.