O Banco de Brasília (BRB) e o Governo do Distrito Federal buscam, até o dia 25 de maio, garantias para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões. O objetivo é socorrer a instituição financeira após perdas em transações com o Banco Master, liquidado no ano passado. A União sinalizou que não será avalista da operação, pressionando o GDF a encontrar alternativas.
A estratégia envolve uma série de medidas para capitalizar o banco até o prazo final de 29 de maio, quando o Banco Central aguarda a divulgação do balanço consolidado de 2025. O rombo deixado pelas operações com o Master é estimado em R$ 6 bilhões.
Técnicos estudam um empréstimo de até R$ 8,8 bilhões para cobrir o prejuízo e adequar o BRB às regras de prudência. A proposta inclui a cessão de um fundo imobiliário com imóveis do governo local, a securitização de dívidas, a venda de ações de estatais como Caesb e CEB, e a alienação de participação na BRB Financeira.
A diretoria do BRB, incluindo o presidente Nelson de Souza, tem mantido contato com o Banco Central para alinhar a solução. A capitalização visa garantir a operação do banco sem interrupções até o fim do ano.