Alimentos, aluguel e saúde pesam mais no bolso do brasileiro do que a inflação oficial desde 2020. A alimentação subiu 83,1%, o aluguel acumulou alta de 51,1% e remédios e planos de saúde ficaram 55% mais caros no período. Os dados são de levantamento da Tendências Consultoria e superam o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou 41,8% de alta no mesmo intervalo. O estudo revela a pressão constante sobre as despesas básicas dos domicílios brasileiros, afetando o orçamento familiar em um cenário de reajustes significativos.
Desde o início da pandemia, a economia do país tem enfrentado desafios, culminando em um aumento generalizado de preços. As despesas fixas com moradia e saúde tornaram-se um ponto crítico para as famílias, que buscam alternativas para equilibrar as contas diante da escalada dos custos. A análise indica que a recuperação econômica ainda não se traduziu em alívio financeiro para a maioria dos lares, que lidam com a compressão orçamentária.
Fonte: O Globo