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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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POLÍTICA

Zema aponta 'rabo preso' como diferencial contra Flávio Bolsonaro

Romeu Zema (Novo) se diferencia de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa presidencial ao afirmar que não possui "rabo preso" e tem um histórico de trabalho árduo. Ex-governador defende reformas e critica "conchavos políticos".

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Zema aponta 'rabo preso' como diferencial contra Flávio Bolsonaro

O pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta segunda-feira (5) que os eleitores devem escolhê-lo em vez do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por não ter "rabo preso". Em entrevista ao portal UOL, Zema destacou seu "histórico diferente" do senador, ressaltando que, como a maioria dos brasileiros, "teve que ralar para ganhar dinheiro".

O político se apresentou como "pagador de impostos" em contraste com "recebedores de impostos", defendendo a necessidade de uma "chacoalhada necessária" no setor público por alguém de fora da política tradicional em tempos de crise. "Em Minas, eu não levei parente meu para trabalhar e quem roubava perdeu espaço. E é o que eu vou fazer no Brasil. Eu não tenho rabo preso. Eu não tenho esses conchavos políticos que deixam todo mundo amarrado, com medo de falar a verdade", declarou.

Zema evitou comentar especificamente as acusações contra Flávio Bolsonaro, mas defendeu a investigação, ressaltando que não conhece os detalhes. Sobre o apoio ao governo de Jair Bolsonaro, Zema reconheceu um alinhamento "anti-PT", embora tenha tido uma postura diferente durante a pandemia.

O ex-governador também reiterou a necessidade de uma reforma previdenciária, caso eleito. "Aquela de 2019 [aprovada no governo Bolsonaro] não é mais suficiente. A expectativa de vida aumentou e, consequentemente, o tempo de contribuição tem de aumentar", disse, acrescentando que "viver mais e trabalhar um pouco mais faz parte desse processo".

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