O Bolsa Família inicia os pagamentos de abril de 2026 na próxima terça-feira, dia 16. A Caixa Econômica Federal libera os valores de forma escalonada, seguindo o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários. O calendário se estende até o dia 30 de abril, quando receberão os cadastrados com NIS final 0.
Cerca de 18,7 milhões de famílias, totalizando 48,92 milhões de pessoas, são atendidas pelo programa. O governo federal desembolsa aproximadamente R$ 12,7 bilhões mensalmente.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600 por família, com acréscimos para composições familiares específicas. O Benefício Variável Familiar Nutriz, por exemplo, concede seis parcelas de R$ 50 para mães com bebês de até 6 meses. Há também adicionais de R$ 50 para famílias com gestantes e jovens de 7 a 18 anos, e de R$ 150 para aquelas com crianças de até 6 anos.
Em dezembro de 2025, o benefício médio por domicílio foi de R$ 691,37, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Para ter direito ao Bolsa Família, a renda mensal por pessoa da família não deve ultrapassar R$ 218. É necessário manter crianças e adolescentes na escola, realizar acompanhamento pré-natal para gestantes e manter as vacinas em dia.
O cadastro é feito no Cadastro Único (CadÚnico), disponível nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) municipais. Estar no CadÚnico é um pré-requisito, mas não garante a entrada automática no programa.
Os pagamentos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, permitindo saques em terminais de autoatendimento, lotéricas e correspondentes bancários, além de compras com cartão virtual e função débito.