Darwin Núñez, atacante uruguaio, enfrenta um período de desconfiança em sua carreira, mas encontra na Seleção a oportunidade de provar seu valor para a Copa do Mundo de 2026. Excluído do campeonato saudita e com sua participação na Liga dos Campeões da Ásia cancelada devido à guerra no Oriente Médio, Núñez vê a preparação com a Celeste como crucial.
A decisão do Al-Hilal de priorizar Karim Benzema em detrimento de Núñez complicou sua situação. A suspensão da liga asiática também afetou sua rotina de treinos e jogos, antes do amistoso contra a Inglaterra, onde entrou nos minutos finais. O Uruguai empatou em 1 a 1 com a Inglaterra em Wembley e se prepara para enfrentar a Argélia em Turim, último teste antes da convocação final para o mundial.
Apesar de um jejum de gols pela seleção, que já dura quase dois anos, Darwin reitera seu compromisso. "Sou um camisa 9, mas estou disponível para jogar onde o técnico decidir", afirmou. A confiança em seu potencial é compartilhada por ex-jogadores, como Ruben Sosa, que vê a fase como passageira.
Sosa, campeão da América com o Uruguai, acredita que a Copa de 2026 será a de Darwin, que chegará mais experiente e com a motivação de superar as críticas. O atacante, cotado para herdar a vaga de Suárez e Cavani, busca reencontrar o faro de gol que o destacou nas eliminatórias.
Sob o comando de Marcelo Bielsa, o Uruguai busca superar a recente goleada sofrida para os Estados Unidos. A equipe estreia na Copa do Mundo em 15 de junho contra a Arábia Saudita. Federico Valverde, meia do Real Madrid, é apontado como a principal peça do time, com potencial para liderar o ataque.
Bielsa demonstra otimismo com Darwin, mas adota cautela devido à falta de ritmo do jogador. O amistoso contra a Argélia será fundamental para o treinador definir o ataque ideal para o torneio.