A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro celebrou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de conceder prisão domiciliar ao ex-chefe do Executivo, afirmando que a medida restabelece a "coerência jurisprudencial" da Corte. Contudo, a equipe de Bolsonaro lamentou o prazo de 90 dias estipulado por Moraes para a reavaliação da medida, que ocorrerá após a recuperação de uma broncopneumonia.
O advogado Paulo Amador da Cunha Bueno, representante de Bolsonaro, argumentou que a concessão da domiciliar a Collor, que teria um quadro médico menos grave, demonstrava uma falta de coerência anterior. Ele ressaltou que as necessidades de saúde de Bolsonaro são permanentes e demandarão cuidados por toda a vida, criticando o limite temporal fixado pelo ministro.