O Ministério Público do Rio (MPRJ) recomendou o uso adequado das câmeras corporais por policiais civis e militares. A medida visa corrigir o descaso com o equipamento, especialmente após a Operação Contenção em outubro de 2025, que resultou em 122 mortes. O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) investigou as irregularidades, que incluíram policiais sem câmeras ou com equipamentos descarregados.
Em ofício encaminhado aos secretários de Estado, o procurador-geral de Justiça, Antonio José Campo Moreira, citou inconsistências como a falta de câmeras em funcionamento e a insuficiência de baterias. A recomendação abrange situações como operações ostensivas, controle de distúrbios civis e cumprimento de mandados. O termo MPRJ exige uso correto de câmeras corporais pela polícia, pode ser um bom link interno.
O caso ganhou repercussão após a morte da médica Andrea Marins Dias, no último domingo (15). As câmeras dos policiais envolvidos estavam sem bateria. O MPRJ solicitou informações e a preservação das imagens dos equipamentos.