A WNBA e o sindicato das jogadoras chegaram a um acordo verbal para um novo contrato coletivo de trabalho após mais de um ano de negociações. O pacto, considerado um marco para a liga, redefine salários e o modelo econômico.
A principal novidade é o vínculo dos salários das atletas à receita da WNBA. A remuneração média ultrapassará US$ 500 mil, com o teto salarial podendo chegar a US$ 6,2 milhões e o salário máximo individual projetado acima de US$ 1 milhão.
O acordo também traz avanços em benefícios fora das quadras, como planejamento familiar e licença parental. As negociações abordaram ainda a divisão de receitas e a transparência financeira.
O entendimento encerra um período de tensão entre liga e jogadoras e garante o início da temporada em 8 de maio. A presidente do sindicato, Nneka Ogwumike, celebrou o momento como histórico para o esporte feminino.