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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

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JUSTIÇA

Caso de PM morta com tiro na cabeça vai para vara de feminicídio em SP

Inquérito sobre morte de policial militar Gisele Alves Santana, encontrada com tiro na cabeça, foi distribuído para vara especializada em crimes contra a vida. Laudo aponta lesões compatíveis com agressão.

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Caso de PM morta com tiro na cabeça vai para vara de feminicídio em SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) encaminhou o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. A unidade é especializada em crimes dolosos contra a vida.

Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele estava na residência, chamou socorro e relatou o caso como suicídio.

O registro da ocorrência foi posteriormente alterado para morte suspeita. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que a investigação apura o crime e a tipificação pode ser revista a qualquer momento.

Um laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML), realizado após exumação do corpo, apontou lesões na face e na região cervical, compatíveis com agressão por unha. Lesões semelhantes já haviam sido mencionadas em um laudo anterior, do dia seguinte à morte da policial. O caso de PM morta com tiro na cabeça vai para vara de feminicídio em SP.

A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares. O caso é investigado sob sigilo e com acompanhamento da Corregedoria da Polícia Militar.

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