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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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ECONOMIA

Conferência do Trabalho defende diálogo e modernização produtiva

Conferência Nacional do Trabalho conclui trabalhos defendendo diálogo, modernização produtiva e salários dignos. Adaptação tecnológica e segurança jurídica são pontos centrais.

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Conferência do Trabalho defende diálogo e modernização produtiva

A 2ª Conferência Nacional do Trabalho (CNT) encerrou em São Paulo propondo maior diálogo entre empregados e empregadores, modernização produtiva, salários dignos e ambiente democrático. O documento final, construído por representantes dos trabalhadores, empresas e governo, enfatiza a necessidade de adaptação às transformações tecnológicas e às novas cadeias de produção globais.

O texto ressalta que uma sociedade democrática, inclusiva e livre de discriminações é o cenário ideal para o avanço coletivo. Defende salários que garantam vida digna, acesso à educação de qualidade e legislação alinhada às aspirações de todos os envolvidos no setor produtivo.

A soberania nacional e a modernização produtiva foram apontadas como bandeiras comuns, juntamente com o aumento de investimentos e o acesso a crédito com juros mais baixos. A segurança jurídica e o fortalecimento da competitividade das empresas também foram destacados como essenciais, assim como a ampliação das oportunidades de qualificação profissional.

As diretrizes essenciais da conferência incluem a intermediação de mão de obra inclusiva, a ampliação das políticas de qualificação contínua, proteção social integrada e o fortalecimento de fundos como o FAT e o FGTS para impulsionar o desenvolvimento.

O documento sugere que atualizar o paradigma das relações de trabalho no Brasil é crucial para alinhar o país aos países desenvolvidos, aumentar a produtividade e a competitividade global, garantindo trabalho e renda adequados à população.

Questões como a jornada de trabalho e o trabalho via aplicativos exigirão novas rodadas de negociação. O texto indica a análise profunda dos impactos sociais, econômicos e de produtividade para temas como combate à informalidade, novas formas de trabalho, fortalecimento sindical e valorização da negociação coletiva.

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