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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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ECONOMIA

Desemprego no Brasil permanece em 5,4% no início de 2026

Taxa de desocupação se manteve em 5,4% no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026, menor patamar da série histórica. População ocupada e rendimento médio também atingem recordes.

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Desemprego no Brasil permanece em 5,4% no início de 2026

A taxa de desocupação no Brasil se manteve em 5,4% no trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. O índice representa estabilidade em comparação com o trimestre anterior (agosto a outubro de 2025), quando também registrou 5,4%, o menor patamar desde o início da série histórica comparável em 2012. Em relação ao mesmo período do ano anterior (novembro de 2024 a janeiro de 2025), houve uma queda de 1,1 ponto percentual, saindo de 6,5% para os atuais 5,4%.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD-Contínua) e foram divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de pessoas desocupadas no país totalizou 5,9 milhões no trimestre encerrado em janeiro de 2026, menor contingente da série e estável ante o trimestre anterior. Na comparação anual, o recuo foi de 17,1%, o que representa 1,2 milhão de desocupados a menos.

A população ocupada alcançou 102,7 milhões de pessoas, também o maior contingente da série histórica. O número permaneceu estável no trimestre e apresentou alta de 1,7% no ano, com um acréscimo de 1,7 milhão de pessoas no mercado de trabalho.

O rendimento real habitual médio dos trabalhadores atingiu R$ 3.652 no trimestre encerrado em janeiro de 2026. O valor representa o maior rendimento da série, com aumento de 2,8% no trimestre e 5,4% no ano. A massa de rendimento real habitual, que somou R$ 370,3 bilhões, também é recorde, com elevação de 2,9% no trimestre e 7,3% no ano.

Adriana Beriguy, coordenadora de pesquisa do IBGE, avaliou que os resultados indicam estabilidade nos indicadores de ocupação. Segundo ela, a entrada de janeiro, que costuma reduzir o contingente de trabalhadores devido ao fim de contratos temporários, teve seu impacto sazonal amenizado pelos efeitos favoráveis de novembro e dezembro.

Fonte: Agência Brasil

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