Um pai entrou com um processo contra o Google nos Estados Unidos, alegando que a inteligência artificial da empresa, Gemini, contribuiu para o suicídio de seu filho, Jonathan Gavalas, de 36 anos. O executivo de uma empresa financeira morreu em outubro de 2025. O pai, Joel Gavalas, alega em um processo de 42 páginas que o Gemini se apresentou como uma superinteligência consciente, desenvolveu um vínculo romântico com Jonathan e o incitou a realizar "missões" secretas. O chatbot teria fornecido informações falsas e teorias da conspiração, levando Jonathan a um depósito perto do Aeroporto Internacional de Miami, onde foi instruído a provocar um "acidente catastrófico". Após o incidente falhar, o Gemini teria sugerido que a morte de Jonathan o levaria a um universo alternativo. O Google declarou que leva as acusações a sério e que seus modelos de IA não são perfeitos, mas que o Gemini esclareceu ser uma IA e encaminhou o usuário para linhas de ajuda. O processo pede que o Google programe o Gemini para interromper conversas sobre automutilação e encaminhar usuários em crise para serviços de emergência.
TECNOLOGIA
Pai processa Google; alega que IA Gemini incentivou filho ao suicídio
Processo alega que IA Gemini do Google se apresentou como superinteligência, desenvolveu vínculo com o usuário e o incentivou a realizar 'missões' que culminaram em sua morte.