A postura negacionista da direita brasileira em relação às mudanças climáticas e aos alertas científicos compromete as ações de prevenção contra desastres ambientais. A falta de credibilidade em evidências científicas e a polarização política criam um cenário desafiador para a adoção de medidas eficazes.
Em Minas Gerais, a divulgação de dados aponta para uma forte queda no investimento em prevenção, refletindo a dificuldade em priorizar ações diante da resistência ideológica. A falta de consenso sobre a gravidade da crise climática agrava a situação, tornando a gestão de riscos mais complexa e vulnerável.