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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Rio Open 2027 busca estrela internacional entre nomes do tênis mundial

Rio Open 2027 busca reforços de peso e monitora nomes como Musetti, Rune, Ruud, Rublev e Tsitsipas. Estratégia foca em jogadores de saibro e Copa Davis pode ser fator decisivo.

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Rio Open 2027 busca estrela internacional entre nomes do tênis mundial

O Rio Open 2027 já trabalha para atrair um grande nome do tênis internacional. Apesar das dificuldades com o piso e o calendário, o torneio tem a presença garantida do jovem tenista brasileiro João Fonseca, cujo contrato está vigente. No momento, não há acordos fechados com jogadores estrangeiros, mas a organização monitora tenistas como Lorenzo Musetti, Holger Rune, Casper Ruud, Andrey Rublev e Stefanos Tsitsipas, um antigo desejo do evento.

As negociações estão em fase inicial e ocorrem em sigilo, considerando fatores como o calendário de torneios, o desempenho na temporada europeia de saibro e os jogos da Copa Davis. A estratégia da organização foca em jogadores que se destacam no saibro e que vejam valor esportivo em competir na América do Sul, em vez de tentar convencer especialistas em quadras duras, mesmo com propostas financeiras atrativas.

“Vamos ver quem tem interesse e esperar, mais ou menos, até o final de Roland Garros, o auge da temporada de saibro. Aí vamos entender quem foi bem no saibro. Normalmente, esse jogador tem mais chances de conseguirmos trazê-lo para o Rio Open no ano seguinte”, explicou o diretor esportivo do Rio Open, Lui Carvalho.

Alguns dos tenistas cogitados já tiveram ligação com o Rio Open. Musetti e Rune, por exemplo, foram confirmados em edições anteriores, mas desistiram por lesão ou por decisões repentinas, gerando desconforto com os organizadores. Casper Ruud, que jogou o torneio em 2017 e esteve previsto para 2022, tem dado preferência ao piso duro, mas uma boa performance em saibro pode influenciar sua decisão.

Andrey Rublev e Stefanos Tsitsipas também estão no radar há anos, mas sua participação depende de diversos fatores. A Copa Davis pode ser um diferencial: se o sorteio aproximar países sul-americanos de confrontos contra europeus em casa, facilitaria a permanência de jogadores para o Rio Open. Neste ano, o sorteio desfavoreceu o torneio, pois Jakub Mensik teria que jogar a Copa Davis na América do Sul, mas a República Tcheca enfrentou a Suécia.

“Tínhamos cinco chances, mas demos muito azar. Vamos ver o que vai acontecer ano que vem”, lamentou Lui Carvalho.

Fonte: O Globo

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