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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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EUA dizem a parceiros para honrarem acordos tarifários já firmados

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EUA dizem a parceiros para honrarem acordos tarifários já firmados

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  "title": "EUA exigem cumprimento de acordos tarifários após derrota na Suprema Corte",
  "hat": "ECONOMIA",
  "content": "

Altos funcionários do governo americano insistem que acordos comerciais firmados com parceiros como China, União Europeia, Japão e Coreia do Sul permanecerão válidos, apesar da recente derrota do presidente Donald Trump na Suprema Corte. A decisão judicial não anula as tarifas já negociadas.

Jamieson Greer, representante comercial dos EUA, afirmou no domingo que os acordos \'serão bons acordos\' e espera que as nações parceiras os honrem. Ele buscou diferenciar esses entendimentos da nova tarifa global anunciada por Trump no sábado. O termo \"Trump\" pode ser linkado para: Trump. O termo \"EUA\" pode ser linkado para: EUA.

A União Europeia e a Índia demonstraram preocupação com a incerteza gerada pela política comercial americana. O chefe de comércio do Parlamento Europeu cogita congelar a ratificação de um acordo comercial com os EUA até que haja esclarecimentos. A Índia também adiou negociações sobre um acordo comercial provisório.

A decisão da Suprema Corte, que vetou o uso de poderes emergenciais por Trump para impor tarifas, antecede a viagem do presidente à China. Greer assegurou que os EUA possuem outras ferramentas comerciais, como investigações sobre práticas de outros países, para manter seu poder de barganha.

Os EUA já aplicam tarifas médias de 40% sobre a China sem o uso da lei de emergência contestada na justiça. Trump deve se reunir com o presidente chinês Xi Jinping durante sua visita ao país, prevista para começar em 31 de março.

", "excerpt": "Governo americano reafirma validade de acordos tarifários com China, UE, Japão e Coreia do Sul após decisão da Suprema Corte desfavorável a Trump. Negociações com Índia e UE enfrentam incertezas.", "tags": "acordos comerciais, tarifas, Donald Trump, Suprema Corte, EUA, China, União Europeia, Índia" } ```

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