Ir para o conteúdo

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Jornalismo local, independente e responsável

Jornal Diário do Povo

HABITAÇÃO

Minha Casa Minha Vida prevê contratar 1 milhão de imóveis em 2026 e mais 1 milhão em 2027

Ministro Jader Filho diz que o Minha Casa Minha Vida deve contratar 1 milhão de unidades em 2026 e prevê mais 1 milhão em 2027. Governo projeta 3 milhões de imóveis financiados entre 2023 e 2026.

Compartilhe
WhatsApp
Minha Casa, Minha Vida: novas contratações de imóveis em 2026
Crédito: Programa Minha Casa, Minha Vida. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) deve contratar mais 1 milhão de unidades habitacionais em 2026 e lançar outro 1 milhão em 2027. A projeção foi anunciada nesta segunda-feira (9) pelo ministro das Cidades, Jader Filho, ao deixar um evento sobre infraestrutura no BNDES, no Rio de Janeiro.

Com a meta de 2026, o governo estima chegar a 3 milhões de imóveis financiados entre 2023 e 2026, período do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Jader Filho atribuiu parte do avanço à ampliação do programa para famílias com renda média de até R$ 12 mil por mês. Segundo ele, o MCMV responde atualmente por cerca de 85% dos lançamentos imobiliários no país.

O ministro afirmou que a capacidade financeira do FGTS, principal fonte de recursos do programa, permite manter o ritmo de 1 milhão de contratações por ano. Ele também descartou novas reduções nas taxas de juros subsidiadas por faixa de renda e disse que, para as famílias de menor renda, os juros já estão no menor patamar oferecido.

Jader Filho avaliou ainda que mudanças recentes nas regras do crédito imobiliário, conduzidas pelo Banco Central, podem ajudar a ampliar o financiamento habitacional. As medidas incluem a liberação de compulsórios para bancos e incentivos para direcionar esses recursos ao setor.

Na avaliação do ministro, a combinação das novas regras com um ciclo de queda da taxa básica de juros pode impulsionar o crédito imobiliário. Hoje, esses empréstimos representam cerca de 12% do PIB e podem chegar a 20% em 20 anos, estimou.

Fonte: O Globo

Leia também