O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, criticou o presidente Lula (PT) e reforçou sua defesa de um alinhamento estratégico do Brasil com Israel e outras democracias ocidentais durante participação na Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, realizada em Israel.
Em discurso, Flávio afirmou queo petista adota uma postura antissemita, citando declarações e decisões do atual governo na política externa.
“Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é exagero. É baseado em suas ideias, seus conselheiros, suas palavras e suas ações”, declarou o senador, ao criticar a falta de condenação explícita do grupo terrorista Hamas por parte do presidente brasileiro em recentes episódios do conflito no Oriente Médio.
Segundo Flávio, o Brasil passou a integrar um grupo de países que relativizam ou silenciam diante do terrorismo, postura que, em sua avaliação, afasta o país dos valores democráticos historicamente defendidos pelo Ocidente.
Em contraponto, o senador elogiou as ações dos Estados Unidos na região, classificando-as como um “novo modelo de cooperação internacional” no combate ao extremismo.
O parlamentar também deixou claro que, caso eleito presidente, pretende mudar o rumo da política externa brasileira.
“Israel está na linha de frente da democracia contra a barbárie. Deixe-me dizer isso claramente: o Brasil deve estar com Israel, com os judeus, com as democracias que lutam contra o terror”, afirmou.
Flávio Bolsonaro declarou ainda que “o próximo presidente brasileiro não será persona non grata em Israel”, numa referência direta ao desgaste diplomático entre os dois países durante a gestão Lula. Para o senador, Brasil e Israel compartilham valores fundamentais como liberdade, democracia e respeito pela vida.
Com informações da Reuters
















