Julio Casares renunciou ao cargo nesta quarta-feira e não ocupa mais a cadeira de presidente do São Paulo. O agora ex-dirigente fez uma publicação nas redes sociais para confirmar a saída do cargo máximo do executivo tricolor.
Depois de perder na votação do Conselho Deliberativo, Casares oficializou o seu pedido de renúncia antes da assembleia dos sócios, que poderia confirmar o impeachment. Agora, essa assembleia não vai mais acontecer.
No Conselho, 188 conselheiros votaram a favor do impeachment do presidente, em pleito na sexta-feira passada marcado por muitos protestos de torcedores contra Casares. Foram 45 votos contra e dois em branco.
Agora, o vice Harry Massis Junior, de 80 anos, assume a função até o fim do mandato, em dezembro de 2026.
Com 188 votos do Conselho, Casares foi afastado do seu cargo. Harry Massis assumiu, mas teria ainda uma segunda etapa: uma convocação de uma Assembleia Geral, no prazo de um mês, para aí, sim, decidir sua destituição. Desde o resultado, começou a articular uma hipótese que Casares escolheria renunciar.
Pelo lado do presidente, foram alegados também problemas de saúde, o que teria influenciado.
O Ministério Público do Estado de São Paulo instaurou um inquérito civil para investigar uma suposta gestão temerária no São Paulo. O procedimento, conduzido pela Promotoria do Patrimônio Público e Social da Capital, apura possíveis irregularidades que possam ter afetado interesses coletivos, como o patrimônio da instituição. O foco é verificar se uma eventual gestão temerária contribuiu para o aumento do endividamento do clube.








