Brasil, 15 de janeiro de 2026
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Briga generalizada entre jogadores do Fortaleza e vizinhos em Eusébio

No último dia 1º de janeiro, uma discussão por conta de som alto culminou em uma briga generalizada, envolvendo jogadores do Fortaleza e vizinhos, na cidade de Eusébio, Ceará. As imagens do ocorrido, que foram amplamente divulgadas, mostram cenas de violência, incluindo socos, chutes e até mesmo uma mordida no nariz de um dos envolvidos. A situação alarmante gerou repercussão nas redes sociais e está sob investigação da Polícia Civil.

Entenda o que aconteceu

O conflito teve início na casa do jogador Eros Mancuso, que estava promovendo uma festividade de Réveillon com amigos e colegas de equipe. Os vizinhos, incomodados com o alto volume da música, decidiram intervir, o que resultou em uma séria discussão. Segundo informações, a reclamação não foi devidamente respeitada, levando um dos moradores a invadir a residência de Mancuso para expressar sua insatisfação.

Os envolvidos na briga

Os jogadores argentinos do Fortaleza, José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino, foram identificados nas gravações da briga. Junto deles, estavam dois moradores do condomínio que registraram a reclamação, além de duas mulheres e os amigos dos atletas. Durante a confusão, provações foram lançadas, e Mancuso alegou que os vizinhos teriam usado xingamentos e ofensas de natureza xenofóbica, aludindo à nacionalidade dos jogadores e ao rebaixamento do Fortaleza no Campeonato Brasileiro de 2026.

A versão dos jogadores

Após a briga, Eros Mancuso se pronunciou em suas redes sociais, negando que fosse o agressor. Ele sustentou que o vizinho invadiu sua casa e fez ameaças, o que justificaria a reação dos jogadores e convidados presentes no local. “Eu defendi minha casa e meus amigos”, afirmou Mancuso, tentando esclarecer a situação.

Consequências da briga

As agressões físicas, no entanto, tiveram um alto custo. O morador que reclamou do som, durante a confusão, foi supostamente mordido no nariz por José María Herrera, resultando em um ferimento grave que exigiu cirurgia. Atualmente, ele corre o risco de infecções e deformidades faciais. Não houve atualizações sobre sua condição de saúde desde então.

Resposta do Fortaleza Esporte Clube

Em nota oficial divulgada no dia 14 de janeiro, o Fortaleza Esporte Clube reforçou que está acompanhando o caso de perto e oferecendo apoio aos atletas envolvidos. A Instituição se compromete a esclarecer os fatos, prezando pela imagem do clube, além de garantir a segurança de seus jogadores.

Investigação em andamento

A Polícia Civil do Estado do Ceará anunciou que está investigando a situação por lesão corporal dolosa. A Delegacia de Polícia Civil de Eusébio é a responsável pelo caso. A investigação procura determinar as circunstâncias exatas da briga, além de identificar todas as partes envolvidas e as possíveis legalidades nos atos praticados durante o episódio.

A repercussão do episódio se espalhou rapidamente nas redes sociais, e o público tem esperado por um desfecho que possa esclarecer a situação. A briga não apenas mancha a imagem dos jogadores envolvidos, mas também traz à tona questões sobre o convívio entre figuras públicas e os demais moradores que compartilham o mesmo espaço. O desfecho da investigação e as repercussões legais do ocorrido ainda estão por vir.

Com o avanço das investigações e a esperança de uma resolução justa, a situação continua a gerar discussões tanto entre os fãs do futebol quanto na sociedade em geral. Eventos como este, que envolvem violência física, são sempre alarmantes e trazem à tona a necessidade de um diálogo mais aberto sobre limites e respeito nas relações comunitárias.

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