Brasil, 15 de janeiro de 2026
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Brasil terá safra recorde de 346,1 milhões de toneladas em 2025

O Brasil deve fechar 2025 com uma safra recorde de 346,1 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, alta de 18,2% em relação a 2024, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa foi divulgada nesta quinta-feira (15) e reflete os números mais recentes disponíveis.

Safra 2025: recorde histórico

De acordo com o IBGE, a safra de 2025 representa o maior volume já registrado na série histórica do país. Entre os principais produtos, a soja lidera com uma produção estimada de 166,1 milhões de toneladas, um aumento de 14,6% em relação ao ano passado. O milho também atingirá um recorde, com 141,7 milhões de toneladas, crescimento de 23,6%.

O algodão herbáceo em caroço também apresentou crescimento, chegando a 9,9 milhões de toneladas, 11,4% a mais que em 2024. Além disso, o arroz, trigo e sorgo tiveram incrementos na produção, com alta de 19,4%, 3,7% e 35,5%, respectivamente.

Previsões para 2026: queda na produção, mas recorde para soja

Para 2026, o IBGE projeta uma safra de 339,8 milhões de toneladas, o que representa uma redução de 1,8% em relação ao resultado de 2025. Apesar da queda, essa previsão é maior do que o último prognóstico divulgado em dezembro de 2024, com um incremento de 4,2 milhões de toneladas, ou 1,2%.

A diminuição na produção deve afetar principalmente o milho, sorgo, arroz, algodão e trigo, com quedas de até 13%. Em contrapartida, a produção de soja deverá crescer 2,5%, atingindo 170,3 milhões de toneladas. O feijão também deve registrar aumento na safra, com alta de 3,1%, chegando a 30,1 mil toneladas.

Novidades na estimativa e impacto econômico

O IBGE inclui na estimativa de 2026 produtos que vêm ganhando importância na cultura agrícola brasileira, como a canola e o gergelim, ainda cultivados em pequenas escala nas federações.

Analistas apontam que, apesar da previsão de redução, o bom desempenho de 2025 consolida o Brasil como um dos maiores produtores mundiais de alimentos, com impacto direto na exportação, geração de empregos e na economia rural.

Para mais detalhes, consulte a fonte oficial.

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