O cartoonista e comentarista conservador Scott Adams, criador da série Dilbert, faleceu na última terça-feira aos 68 anos, após uma batalha contra o câncer, segundo anúncio de sua esposa Shelley Adams.
Reconhecimento de figuras públicas
Presidente Donald Trump e empresário Elon Musk foram alguns dos nomes que prestaram homenagens ao autor. Trump utilizou suas redes sociais para expressar solidariedade, destacando a coragem de Adams na luta contra a doença. “Ele brigou bravamente contra um câncer terrível e nos deixou um legado importante”, afirmou Trump no Truth Social.
Já Musk declarou surpresa e tristeza pela partida do “grande homem”, ressaltando a influência de Adams em suas opiniões e na política. “Descanse em paz, grande Scott”, publicou o CEO da Tesla no X, antiga Twitter.
Legado e mensagem final
Em suas últimas mensagens públicas, Adams refletiu sobre sua trajetória, dizendo que buscou sempre “adicionar valor à vida das pessoas”. Ele também pediu aos seguidores que “passem adiante” o bem que receberam de seu trabalho, deixando uma mensagem de esperança e gratidão por sua vida.
Adams, que também atuou como podcaster, revelou em entrevista recente a complicação de sua saúde, por causa de câncer de próstata que se espalhou pelos ossos. Ele usou sua plataforma para pedir ajuda ao então presidente Donald Trump, que prometeu intervir para facilitar seu tratamento.
Impacto na cultura e política
Conhecido por seu humor satírico e posições conservadoras, Adams influenciou debates culturais e políticos nos últimos anos. Sua obra, inicialmente focada em sátira corporativa com Dilbert, evoluiu para análises políticas e sociais no universo digital.
O legado de Adams é marcado por sua coragem em expressar opiniões, mesmo frente a controvérsias, e por sua capacidade de provocar reflexão em seus seguidores. Sua morte deixa uma lacuna no universo dos comentaristas que unem humor e crítica social.
Para saber mais sobre a influência de Scott Adams e sua trajetória, consulte TIME. Sua contribuição será lembrada por aqueles que valorizam o amusing provocador e o pensador político.


