Brasil, 14 de janeiro de 2026
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Família busca respostas sobre desaparecimento de Jéssica Rizzo

O mistério em torno do desaparecimento de Jéssica Fernanda Rizzo, de 33 anos, continua a assombrar familiares e amigos, quase um ano e meio após ela ter sido dada como desaparecida em Jaboticabal, interior de São Paulo. Em uma reviravolta no caso, um caseiro de 48 anos confessou ter matado Jéssica e a enterrado, mas o corpo dela nunca foi encontrado, intensificando a angústia da família.

Desaparecimento e angústia familiar

Desde agosto de 2024, os entes de Jéssica vive um pesadelo em busca de respostas. A notícia de que Milton Gonçalves Filho confessou o crime em dezembro de 2025 trouxe um pouco de esperança, mas também deixou a família em uma situação ainda mais desesperadora. “É angustiante. A única coisa que a gente queria agora é que eles resolvessem isso”, desabafa Ana Carolina dos Santos, prima de Jéssica.

O caso ganhou atenção da mídia após a confissão de Milton, que também é suspeito de outros Crimes na região, incluindo o assassinato de sua companheira e dos filhos dela.

Confissão do caseiro e suas implicações

Milton afirmou à Polícia Civil que deu um carro ao seu filho, Leonardo Gonçalves, de 21 anos, como recompensa por ajudá-lo a enterrar Jéssica, que segundo ele, foi morta com uma marreta porque estava cansado do relacionamento. Essa declaração desencadeou busca por evidências na fazenda onde ele alegou ter enterrado o corpo.

As autoridades realizaram diversas buscas, mas nenhuma pista ou vestígios do corpo de Jéssica foram encontrados. Recentemente, a família tentou novamente entrar na propriedade da fazenda em busca de respostas, mas sem sucesso.

Sentimento de incerteza e falta de respostas

O sentimento de incerteza permeia a vida da família Rizzo. Jéssica foi oficialmente considerada desaparecida em agosto de 2024 e, até o fim do ano passado, não havia nenhum avanço no caso. A confissão de Milton trouxe uma nova luz sobre o caso, mas, por outro lado, complicou ainda mais a situação. Valdomiro Rizzo, tio da vítima, expressou sua frustração: “Agora ficou mais complicado, pode ter mais pessoas envolvidas, e nós precisamos de uma resposta. A gente não sabe se ela está lá, se é verdade, se é mentira, onde está a verdade”, lamentou.

Desespero e clamores por justiça

A pressão para que as autoridades agilizem as investigações cresce a cada dia. Ana Carolina, prima de Jéssica, fez um apelo emocionado por mais rapidez nas buscas. “Vai precisar trazer os cachorros [farejadores]? Traz os cachorros. Vai precisar trazer o Milton? Traga o Milton, porque a gente precisa acabar logo com isso e dar um sepultamento digno para Jéssica”, disse, demonstrando a necessidade de um desfecho para esse caso trágico.

A falta de informações concretas pelo poder público continua a alimentar a angústia da família, que não sabe se está dando adeus a Jéssica ou se ainda há esperança de encontrá-la viva. O desafio emocional vivido por eles se torna cada vez mais intenso à medida que o tempo passa, fazendo com que o luto se torne uma espera sem fim.

Expectativa de Justiça

Em meio a toda a dor e sofrimento, a família de Jéssica aguarda o desfecho desse caso perturbador. A pressão sobre as autoridades locais para que avancem com as investigações se intensifica, e a comunidade também se une em apoio à família, clamando por justiça. O que resta para a família Rizzo é a esperança de que, em breve, terão respostas e poderão finalmente dar um adeus adequado àqueles que perderam.

Enquanto isso, a história de Jéssica Rizzo e sua trágica situação não pode ser esquecida, e continua a chamar a atenção e solidariedade de todos que tomam conhecimento deste caso desolador.

Para acompanhar as atualizações sobre o caso, siga o canal do g1 Ribeirão Preto e Franca.

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