Em meados de 2025, a imprensa dos Estados Unidos revelou que Scott Bessent era o principal nome para substituir Jerome Powell na presidência do Federal Reserve, quando seu mandato terminasse em maio daquele ano. No entanto, em dezembro de 2025, Donald Trump afirmou em uma reunião com membros do seu governo que havia oferecido o cargo a Bessent, mas que ele não aceitou a nomeação.
Contexto e origem dos rumores
Segundo fontes de veículos de comunicação norte-americanos, Bessent, que foi um importante conselheiro financeiro na BlackRock, era visto como um potencial sucessor com visões alinhadas às posições mais agressivas de Trump em relação às políticas econômicas. A especulação sobre sua nomeação aumentou à medida que o presidente exibia uma postura mais crítica às decisões do Fed.
A recusa de Bessent e as implicações para o Fed
Ao revelar que havia convidado Bessent a liderar o banco central, Trump indicou que sua estratégia era influenciar a política monetária dos EUA em favor de uma postura mais alinhada ao seu perfil de governo. A recusa de Bessent, porém, gerou questionamentos sobre as tensões internas no governo e o grau de interferência de Trump nas instituições financeiras.
Repercussões no cenário financeiro
A tentativa de interferência direta do ex-presidente na escolha do presidente do Fed evidencia a polarização vigente no país, que também afeta a política econômica. Especialistas do setor financeiro alertam que conflitos como esse podem prejudicar a estabilidade e a credibilidade do banco central.
Perspectivas futuras
O episódio reforça a complexidade da relação entre o Executivo e a política monetária nos EUA. As discussões sobre nomeações para o Fed continuam sendo um tema relevante, impactando as estratégias de investidores e economistas que acompanham o cenário americano.
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