Brasil, 13 de janeiro de 2026
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Brasil pode ser impactado por nova tarifa se cumpre acordo com o Irã

O Brasil pode ser afetado por uma nova medida dos Estados Unidos que impõe tarifas a quem faz negócios com o Irã, segundo fontes do governo brasileiro. A situação ocorre em meio à expectativa de publicação de um decreto pelo governo americano para avaliar o impacto dessa tarifa sobre empresas e operações comerciais brasileiras com o país do Oriente Médio.

Relação comercial entre Brasil e Irã em números

Em 2025, as importações brasileiras do Irã totalizaram US$ 84,5 milhões, principalmente ureia, pistache e uvas secas, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Já as exportações brasileiras ao Irã alcançaram US$ 2,9 bilhões, destacando-se milho, soja e açúcar.

A relação comercial, embora relativamente limitada no volume de importações, é significativa na exportação de commodities que representam importante parte da pauta do Brasil no Oriente Médio. Segundo especialistas, possíveis mudanças nas regras comerciais podem impactar o fluxo de negócios.

Impacto potencial e perspectivas futuras

A expectativa é que o decreto americano seja publicado nas próximas semanas. Segundo fontes próximas às negociações, o documento vai estabelecer critérios para a aplicação de tarifas a empresas que mantêm relação econômica com o Irã, o que pode afetar operações brasileiras na região.

O Ministério das Relações Exteriores acompanha de perto a situação e busca alternativas para mitigar possíveis efeitos negativos. “Ainda não há decisão definitiva, mas estamos avaliando o impacto na nossa cadeia de suprimentos e exportações”, afirmou uma fonte oficial do ministério.

Riscos para o comércio brasileiro

Especialistas avaliam que, caso a tarifa seja instaurada, empresas brasileiras que exportam commodities para o Irã podem enfrentar aumento de custos ou restrições comerciais. Além disso, exportadores de produtos agrícolas correm o risco de perder mercado para concorrentes de países não impactados.

Caminhos para minimizar os efeitos

O governo brasileiro tem buscado diálogo com autoridades americanas para entender os detalhes da medida e defender interesses comerciais nacionais. Além disso, há uma mobilização para diversificar mercados de exportação, reduzindo a vulnerabilidade do Brasil a esse tipo de restrição.

De acordo com analistas, a situação reforça a necessidade de fortalecer relações comerciais com outros blocos econômicos e ampliar a participação em acordos bilaterais.

Para mais informações, consulte o fonte oficial.

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