Brasil, 13 de janeiro de 2026
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Bancos centrais globais apoiam Jerome Powell após ameaças do governo dos EUA

Na terça-feira (13), os principais bancos centrais do mundo emitiram uma declaração conjunta em defesa do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, após o governo dos Estados Unidos ameaçá-lo com uma acusação criminal. A mobilização contou com representantes do Banco Central Europeu, do Banco da Inglaterra e de outras instituições, incluindo o Banco Central do Brasil.

União dos bancos centrais contra a ameaça ao Fed

“Estamos em total solidariedade com o Sistema do Federal Reserve e seu chairman Jerome H. Powell”, afirmaram os líderes dessas instituições. A declaração reforça a importância da independência dos bancos centrais para garantir a estabilidade econômica, financeira e de preços no mundo todo, sobretudo em momentos de tensão política.

Contexto da ameaça e reação internacional

A controvérsia surgiu após o governo do ex-presidente Donald Trump, ainda em 2025, iniciar uma investigação criminal formal contra Powell, sob alegações relacionadas à reforma da sede do Fed. Contudo, Powell descreveu a ação como um “pretexto” para tentar influenciar a política de taxas de juros do banco central americano, procedimento considerado prejudicial à autonomia do órgão.

Aliança internacional de defesa da autonomia do Fed

Segundo a nota conjunta, a independência dos bancos centrais é “a pedra fundamental da estabilidade econômica, financeira e de preços no interesse dos cidadãos que atendemos”. A declaração de apoio foi assinada por representantes de dez instituições, incluindo o Banco Central do Brasil, que reforçaram a importância de preservar a autonomia das entidades monetárias frente às pressões políticas.

Impactos e próximas ações

A mobilização internacional ocorre em um momento delicado, com potencial impacto na credibilidade e na estabilidade do sistema financeiro global. Analistas avaliam que a união dos bancos centrais demonstra o entendimento de que qualquer tentativa de interferência política pode prejudicar o funcionamento do mercado e a confiança na política monetária.

A reportagem está em atualização e novas declarações podem surgir nos próximos dias, enquanto o cenário político-econômico internacional permanece em atenção.

Para mais detalhes, acesse a matéria completa no G1.

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