Brasil, 13 de janeiro de 2026
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Donald Trump planeja invasão da Groenlândia

O clima de tensão e controvérsia tomou conta da política interna dos Estados Unidos após informações de que o presidente Donald Trump teria dado ordens para que seus comandantes das forças especiais elaborassem um plano para invadir a Groenlândia. A notícia, que chega em um momento delicado para a administração Trump, gera resistência por parte de figuras seniores do Exército.

A motivação por trás da invasão

Fontes próximas à Casa Branca indicam que um grupo de conselheiros políticos ‘hawks’, capitaneado pelo conselheiro Stephen Miller, está pressionando por este movimento ousado. Esse grupo, encorajado pela recente captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, acredita que a Groenlândia deve ser tomada rapidamente para evitar que potências como Rússia e China se adentrem na região.

Além do aspecto geopolítico, analistas britânicos sugerem que essa atitude de Trump pode ser uma tática para desviar a atenção do eleitorado americano em meio a uma economia em dificuldades, especialmente com as eleições de meio de mandato se aproximando, o que pode resultar em uma perda significativa de controle do Congresso para os Democratas.

Resistência militar e consequências legais

Entretanto, essa ideia polêmica vem recebendo críticas de profissionais militares de alto escalão, que argumentam que tal ação seria ilegal e não teria apoio no Congresso. De acordo com essas fontes, o Comando Conjunto de Operações Especiais (JSOC) foi incumbido de elaborar um plano, mas enfrenta sérias objeções por parte do alto comando militar.

Um dos generais envolvidos expressou sua preocupação, afirmando: “Tentar discutir questões menos controversas, como a interceptação de navios russos em atividades ilegais, faz parte da estratégia para desviar Trump de sua ideia de invasão”. Essa abordagem visa manter o foco em operações menos suscetíveis a críticas e conflitos internacionais.

Cenários de escalada e as reações diplomáticas

Diplomatas americanos estão atualmente simulando o que é descrito como um “cenário de escalada”, considerando a possibilidade de Trump utilizar força militar ou coerção política para romper os laços da Groenlândia com a Dinamarca. Um documento diplomático descreve o “pior cenário” como um ato que poderia levar à “destruição da Otan de dentro para fora”.

A análise sugere que há uma preocupação crescente de que a facção radical ao redor de Trump tem como objetivo final eliminar a Otan. Juntamente com a resistência dentro do Exército, essa ideia ainda poderia forçar os países europeus a reconsiderar seu papel na aliança militar caso tal invasão ocorresse.

O papel da Dinamarca e o cenário de compromisso

Sob o chamado “Cenário de Compromisso”, a Dinamarca estaria disposta a conceder a Trump acesso militar total à Groenlândia, bloqueando o acesso de Rússia e China. Essa solução aparentemente facilitaria a formalização das já existentes movimentações militares americanas na ilha, que tradicionalmente já tem forte presença militar americana.

Com a expectativa de ações mais drásticas se intensificando, há receios de que o desapontamento de Trump em relação ao papel da Otan e de seus aliados europeus possa gerar ações precipitadas antes das eleições de meio de mandato, especialmente com a cúpula da Otan marcada para julho.

Um presidente sob pressão

As tensões e controvérsias em torno da abordagem de Trump são refletidas não apenas nas discussões no interior do governo, mas também nas altas esferas diplomáticas. Fontes internacionais citam que “os generais acreditam que o plano de Trump para a Groenlândia é louco e ilegal”, retratando um clima desconfortável nas interações entre o presidente e os líderes militares.

À medida que a pressão se intensifica e a política exterior dos EUA se complica, a comunidade internacional observa atentamente as decisões da administração Trump, temendo que ações precipitarão conflitos mais amplos e indesejáveis. Com o cenário geopolítico já tenso e mudanças acontecendo rapidamente, a situação da Groenlândia está se tornando um ponto focal de inquietação global.

Diante desse contexto, fica a espera por uma resposta clara e decisiva do governo americano, enquanto a Groenlândia, entre a disputa geopolítica, experimenta um aumento significativo de sua visibilidade no tabuleiro internacional.

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