Um levantamento divulgado nesta sexta-feira (6) revela as cidades mais caras para adquirir um imóvel em 2026. Apesar da alta nos reajustes, algumas regiões registraram queda real devido à inflação que, neste período, foi de 4,18%.
Variação dos preços nas cidades brasileiras
De acordo com os dados, Brasília apresentou o maior avanço de preços, com uma alta de 4,05%, seguida por Goiânia, que registrou crescimento de 2,55%, e Aracaju, com aumento de 2,23%. Essas cidades tiveram reajustes que, embora positivos, ainda ficaram abaixo da inflação, resultando em uma queda real nos valores.
Impacto da inflação nos reajustes
Apesar do aumento nominal nos preços, a inflação de 4,18% para o período faz com que essas variações, na prática, representem uma diminuição do poder de compra do consumidor nas regiões citadas. A lista completa das cidades e suas variações está disponível no final desta reportagem.
Consequências para o mercado imobiliário
Especialistas apontam que, com a desaceleração nos reajustes de preços em algumas regiões e a inflação ainda elevada, o mercado imobiliário pode passar por ajustes nos próximos meses. A baixa nos preços reais favorece os compradores, especialmente aqueles que têm maior mobilidade para escolher regiões com valores mais acessíveis.
Perspectivas futuras para o setor imobiliário
Analistas avaliam que a tendência de desaceleração nas altas de preços pode continuar, especialmente em cidades onde a inflação ainda exerce forte impacto. A expectativa é de estabilidade ou leve redução nos valores de imóveis em algumas regiões, o que pode estimular o mercado em 2026.
Para acessar a lista completa das variações de preços por cidade, visite o site de referência.














