< hoses>POLÍTICA INTERNACIONAL
Na manhã de 3 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos passarão a controlar temporariamente a Venezuela após a captura e transferência do presidente Nicolás Maduro, que foi indiciado por crimes relacionados ao tráfico de drogas e armas. A ação ocorreu logo após ataques militares na capital, Caracas, realizados pelas forças americanas.
Operação militar e captura de Maduro
Na manhã de 3 de janeiro, forças americanas realizam ataques em Caracas antes de capturar Maduro, que agora se encontra detido no estado de Nova York. Segundo Trump, o objetivo é assegurar uma “transição segura, adequada e judiciosa” no país latino-americano. Ele afirmou ainda que a situação de infraestrutura da Venezuela é precária, e que os EUA pretendem investir recursos na reconstrução.
Segundo relatos oficiais, Maduro foi indiciado em uma ação judicial no distrito de Nova York por vínculos com corrupção, tráfico de drogas e crimes relacionados à weapons trafficking, aumentando a crise política e diplomática na região. Mais detalhes sobre a acusação indicam envolvimento de Maduro com organizações criminosas.
Compromisso com a estabilidade e a segurança
Durante a coletiva de imprensa, Trump justificou a intervenção alegando que o regime de Maduro teria permitido a entrada de criminosos no país, incluindo, segundo ele, indivíduos violentos e responsáveis por incidentes como o assassinato de Jocelyn Nungaray, ocorrido em junho de 2024 no Estado do Texas. O presidente afirmou que a operação é temporária e que os EUA pretendem “fazer isso rapidamente”.
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, reforçou a capacidade militar dos Estados Unidos, elogiando a atuação das forças especiais envolvidas na operação, qualificando-as como a “elite da América”. Ele acrescentou que a ação envia um recado claro aos adversários do país: “a América pode projetar sua vontade em qualquer lugar, a qualquer momento”.
Reações internacionais e regionais
Na América Latina, lideranças de países como Colômbia e Brasil condenaram a intervenção dos EUA alegando que a operação representa uma ameaça à estabilidade regional. autoridades de alguns desses países reforçaram a preocupação com uma possível escalada de tensões na região.
Enquanto isso, a Igreja venezuelana manifestou-se por meio de seus bispos, que disseram estar em oração e monitorando a situação, buscando mediar possíveis impactos a nível interno.
Perspectivas de um cenário instável
A intervenção dos EUA na Venezuela potencializa uma crise já marcada por tensões políticas e econômicas profundas. Analistas sinalizam que, embora o objetivo seja facilitar a transição de poder, o risco de uma nova escalada de conflito na região permanece elevado, com possíveis repercussões internacionais e na vida dos civis venezuelanos.


