O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recentemente abordou suas condições de saúde e exorcitou críticas recebidas por sua idade durante uma entrevista com o Wall Street Journal. Aos 79 anos, Trump tem sido alvo de especulações sobre sua saúde, mas ele se mostrou confiante e disse que sua saúde é “perfeita”, reafirmando que não se deixa abalar pelas opiniões divergentes.
As críticas à saúde de Trump
No relato, Trump destacou que, apesar de estar “mostrando sinais de envelhecimento em público e em privado”, segundo fontes próximas, ele se recusou a aceitar que está enfrentando problemas relacionados à saúde. “Vamos falar sobre saúde novamente pela 25ª vez. Minha saúde é perfeita”, afirmou o ex-presidente, enquanto enfatizava seu otimismo.
Entre as suas práticas de saúde, Trump revelou que toma uma dose diária de aspirina, que segundo ele, seus médicos o recomendaram reduzir. “Eles dizem que a aspirina é boa para afinar o sangue, e eu não quero sangue grosso passando pelo meu coração”, disse Trump de forma descontraída.
Hábitos alimentares e falta de exercícios
O presidente também compartilhou alguns de seus hábitos pessoais, que incluem uma dieta que conta com uma quantidade considerável de fast food e pouco exercício físico além do golfe. “Eu simplesmente não gosto. É chato”, defendeu-se ao mencionar sua aversão a atividades físicas. “Caminhar em uma esteira ou correr por horas é algo que não me agrada em nada”.
O tema saúde de Trump voltou à tona após diversas situações que levantaram questionamentos sobre seu bem-estar. Ele foi criticado por aparentar ter dormido durante reuniões na Casa Branca e por lesões visíveis nas mãos, que ele atribuiu ao uso da aspirina. Trump negou essas alegações, sugerindo que as pessoas apenas o pegam em momentos “de piscar”.
Recuperando o foco e ouvindo críticas
Sobre as alegações de problemas auditivos, Trump também fez graça, afirmando que tem dificuldade apenas quando muitas pessoas falam ao mesmo tempo. Durante um evento em setembro, foi visível a necessidade de sua esposa, a primeira-dama Melania Trump, repetir uma pergunta que ele não havia escutado. Trump, com seu habitual sarcasmo, comentou: “Não consigo ouvir você. Não consigo ouvir uma palavra que você está dizendo”, ao se referir aos questionamentos sobre sua audição.
Crenças sobre genética
Por todo o debate, o ex-presidente atribuiu sua capacidade de trabalhar longas horas, que muitas vezes vão de 10h até às 2h da manhã, à “boa genética”. “Genética é muito importante. E eu tenho boa genética”, concluiu Trump, buscando reforçar sua vitalidade e disposição, que ele garante serem características herdadas dos seus pais.
Conclusão sobre a saúde pública e a imagem de Trump
Embora as alegações sobre a saúde de Trump tenham gerado polêmica, sua resistência a aceitá-las como reais reflete uma abordagem de autoconfiança característica de sua personalidade pública. Ele defendeu suas escolhas de vida e valorizou seu histórico familiar como aspectos fundamentais que o sustentam. Essa postura persiste em um cenário onde a saúde física é frequentemente debatida e criticada na esfera política e pública, especialmente com figuras de destaque que enfrentam o envelhecimento.
A entrevista não apenas destaca a visão de Trump sobre a saúde e o exercício, mas também serve como um lembrete sobre como a percepção pública pode ser moldada em torno das narrativas que políticos escolhem abraçar ou refutar.


