Brasil, 2 de janeiro de 2026
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IA revolucionou o trabalho em 2025 e deve transformar o futuro

Desde 2025, a inteligência artificial (IA) passou a dominar diversos setores, com impactos profundos na forma de trabalhar e criar valor. Segundo Erik Brynjolfsson, diretor do Stanford Digital Economy Lab, trabalhos serão liderados por ‘colônias’ de agentes digitais capazes de realizar tarefas complexas enquanto humanos desempenham funções de questionamento e avaliação.

O avanço da IA na automação de tarefas complexas

Até recentemente, a inteligência artificial era limitada à execução de tarefas específicas de forma automatizada. Agora, graças ao aprendizado de máquina e ao reforço por dados, IA consegue aprender e executar atividades que envolvem conhecimento tácito, como reconhecimento facial, navegação digital e programação de softwares, muitas vezes com maior eficiência do que humanos.

De acordo com uma pesquisa da PwC, 79% das empresas já utilizam agentes de IA para acelerar processos e melhorar suas operações. Brynjolfsson destaca que o avanço acelerado dessa tecnologia tende a impulsionar ganhos de produtividade e estimular uma onda de inovação, apesar das críticas relativas ao retorno imediato de alguns investimentos.

De executores a arquitetos de perguntas

Com a automação das tarefas de execução, o papel do trabalhador se desloca para a fase de formulação de perguntas — o que Brynjolfsson denomina como Chief Question Officer (CQO). Essas funções envolverão avaliar resultados, questionar suposições e orientar a utilização de IA para alcançar objetivos estratégicos.

Este movimento reforça a ideia de que a economia está mudando: recursos se tornam commodities, enquanto o valor se concentra na capacidade de fazer as perguntas certas. Assim, a criatividade e o julgamento humano serão essenciais para liderar a inovação.

Impactos na inovação e empreendedorismo

Ao democratizar o acesso à criação e ao teste de novas ideias por meio de IA, a nova dinâmica promete uma explosão de inovação. Com custos reduzidos para prototipar, analisar mercados e testar hipóteses, qualquer indivíduo poderá liderar projetos capazes de solucionar problemas complexos, desencadeando um efeito semelhante à ‘explosão Cambriana’ no setor tecnológico.

Segundo Brynjolfsson, essa revolução na forma de trabalhar poderá transformar o cenário econômico mundial, levando a uma era de criatividade sem precedentes e novos modelos de negócios centrais na interação entre humanos e agentes digitais.

O futuro do trabalho com IA

Em resumo, a partir de 2025, a inteligência artificial deixou de ser uma ferramenta auxiliar para se tornar uma força central na economia. O maior desafio será desenvolver competências humanas relacionadas à criatividade, questionamento e avaliação — funções que, mesmo diante de automações avançadas, continuarão indispensáveis para inovação e progresso.

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