Brasil, 3 de fevereiro de 2026
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Copom mantém a Selic em 15% ao ano pela quarta vez consecutiva

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil decidiu nesta quarta-feira (10) manter a taxa básica de juros, a Selic, em 15% ao ano. A decisão foi unânime e marca a quarta manutenção consecutiva do índice, que busca controlar a inflação sem prejudicar o crescimento econômico.

Manutenção da Selic e estratégia de inflação

Segundo o comunicado do Copom, a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para a meta ao longo do horizonte relevante. O texto destaca que, além de garantir a estabilidade de preços, a política também visa suavizar oscilações na atividade econômica e promover o pleno emprego, essenciais para a economia brasileira.

Expectativas do mercado e atuação do Banco Central

A maioria dos economistas do mercado financeiro consultados pelo BC já previa a estabilidade da taxa e, inclusive, acreditava que o início de um eventual corte só aconteceria a partir de fevereiro de 2026. Com a decisão, o Banco Central reforça o seu compromisso de atuar com base no sistema de metas, ajustando a política monetária conforme as projeções de inflação.

Meta de inflação e projeções futuras

Desde o início de 2025, com o sistema de metas contínuas, o objetivo principal é manter a inflação em torno de 3%, considerando uma faixa de tolerância de 1,5% a 4,5%. Entretanto, as projeções do mercado indicam que, até 2028, a inflação deve permanecer acima da meta central, variando entre 3,5% e 4,4%.

Impactos na desaceleração econômica

De acordo com o BC, a desaceleração do ritmo de crescimento da economia é uma estratégia importante para conter pressões inflacionárias, especialmente no setor de serviços. Em sua última ata, o órgão destacou que o “hiato do produto” permanece positivo, indicando que a economia está operando acima do seu potencial, mas com sinais de redução gradual no ritmo de crescimento.

Perspectivas e desafios futuros

Embora o cenário atual mostre uma economia desacelerando, o Banco Central mantém o foco na convergência da inflação, visando uma trajetória inflacionária mais alinhada às metas estabelecidas. A expectativa é que, com o tempo, esse esforço contribua para a redução gradual da inflação e o fortalecimento da estabilidade econômica.

Para mais detalhes, acesse a matéria completa no g1.

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