Brasil, 3 de fevereiro de 2026
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Copom deve manter juros em 15% ao ano, indica análise do Itaú

De acordo com uma análise recente do Itaú, mesmo com avanços na trajetória da inflação e uma desaceleração da atividade econômica, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a taxa Selic em 15% ao ano nesta quarta-feira. A expectativa reforça o cenário de cautela adotado pelo Banco Central para o próximo ciclo de cortes de juros.

Melhora na inflação e cenário econômico

O estudo do Itaú aponta que a inflação corrente e os núcleos inflacionários vêm mostrando sinais de recuo, o que reforça uma tendência de estabilização dos preços. Segundo o banco, essa melhora possibilita um ambiente de maior confiança na condução da política monetária.

No entanto, apesar dessas sinalizações positivas, há um reforço na percepção de que a atividade econômica permanece moderada. Essa combinação de fatores leva o Banco Central a adotar uma postura mais conservadora, com uma decisão de pausa na elevação dos juros.

Expectativa do mercado para a próxima reunião do Copom

Segundo o relatório do Itaú, todas as indicações indicam que o comitê deverá manter a taxa básica de juros estável em 15%, pelo menos até a divulgação do documento oficial. A análise reforça que essa decisão deve permanecer durante o início de 2026 até que haja sinais mais claros de retomada inflacionária ou de aquecimento da atividade.

Perspectivas para o ciclo de cortes

O Banco Central vem sinalizando uma eventual retomada do ciclo de cortes na Selic, mas essa estratégia dependerá da evolução dos indicadores econômicos e do cenário inflacionário.

Segundo especialistas, a manutenção da taxa neste momento é uma estratégia para garantir a estabilidade econômica e evitar surpresas inflacionárias que possam comprometer o controle da moeda.

Impactos futuros e análises

Analistas avaliam que, apesar da estabilidade atual, há espaço para cortes posteriormente, especialmente se a inflação continuar em trajetória de desaceleração e a atividade econômica se manter moderada. Essas condições poderiam abrir espaço para uma flexibilização monetária mais cedo do que o inicialmente previsto.

A expectativa do mercado é de que o cenário político e econômico continue a orientar as decisões do Copom, priorizando a estabilidade de preços em meio às incertezas globais.

Para mais detalhes, consulte a matéria completa no G1.

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