Brasil, 29 de janeiro de 2026
BroadCast DO POVO. Serviço de notícias para veículos de comunicação com disponibilzação de conteúdo.
Publicidade
Publicidade

Após conversa com Trump, aliados esperam fim de sanções a ministros de Lula

Na última terça-feira, uma conversa entre o presidente brasileiro Lula e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, levantou rumores sobre uma possível distensão nas relações entre Washington e Brasília. Fontes ligadas ao governo de Jair Bolsonaro foram informadas de que uma nova medida poderia ser anunciada em breve: a derrubada das sanções impostas contra os ministros de Lula e os integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).

Expectativa em relação às sanções

De acordo com relatos de fontes próximas ao bolsonarismo, Trump sugeriu que haveria “boas notícias” em breve sobre as sanções durante a conversa, mas não deixou claro quais seriam essas medidas. A expectativa é que a revogação mais imediata envolva o fim da restrição de vistos a esses ministros, conforme investigado por jornalistas da coluna. Esse assunto é considerado crucial na atual conjuntura política.

Além disso, auxiliares de Lula acreditam que a eliminação dos bloqueios financeiros sobre Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, pode ocorrer em um segundo momento. Esses bloqueios fazem parte das sanções sob a Lei Magnitsky, estabelecida para punir indivíduos por violações de direitos humanos.

A revogação dos vistos de entrada nos EUA

A revogação dos vistos foi uma resposta do governo Trump em um contexto de crescente tensão, particularmente em função de tarifas impostas sobre produtos brasileiros e a situação política envolvendo acusações de um golpe contra Bolsonaro. Se concretizada, essa mudança poderia significar um importante passo em direção à normalização das relações entre os dois países.

Até este momento, as sanções afetaram não apenas membros do STF, como Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, mas também o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e outros integrantes de primeira linha da administração de Lula, como os ministros da Justiça, Saúde e Advocacia-Geral da União.

Por que as sanções foram impostas?

A medida foi vista como uma “agressão injusta” segundo a própria descrição de Messias, e seguiu as diretrizes da política externa americana em resposta às movimentações políticas no Brasil. Na época, a Casa Branca criticou fortemente o programa Mais Médicos sob atividade do governo anterior, que envolveu a contratação de médicos cubanos, levando ao fechamento de portas e fontes de financiamento para algumas autoridades brasileiras.

A Lei Magnitsky, que permitiu a imposição de sanções, foi criada durante o governo Obama com o intuito de punir violadores de direitos humanos em todo o mundo. Essa legislação tem efeitos devastadores sobre os sancionados, dificultando suas transações financeiras e inclusive restringindo o uso de serviços básicos, como contas bancárias e passagens aéreas.

Consequências para a política brasileira

As sanções têm um impacto significativo na relação política interna e externa do Brasil, especialmente em um momento em que o país busca fortalecer seus laços com os Estados Unidos. A conversa entre Trump e Lula pode ser vista como um indicativo de que novas diretrizes e relações diplomáticas estão sendo moldadas, levantando expectativas sobre futuras colaborações entre os dois governos.

Com as eleições de 2026 se aproximando, a decisão sobre as sanções poderá influenciar não só os ministros citados, mas também a dinâmica política no Brasil. Muitos observadores vêem a possibilidade de que essa revogação seja usada como um tipo de “blindagem” para os membros do STF em face da crescente pressão política interna.

Enquanto isso, a situação permanece tensa, e a comunidade internacional observa de perto quaisquer desenvolvimentos vindouros resultantes da conversa entre Lula e Trump. A eficácia das próximas ações dependerá não só da resposta governamental mas também da reação do público e do próprio sistema político brasileiro.

Diante desse cenário, que novas notícias e consequências advindas das promessas de Trump se concretizarão? O Brasil aguarda por desenvolvimentos que podem mudar o rumo de suas relações internacionais e internas nos próximos meses.

PUBLICIDADE

Institucional

Anunciantes