Brasil, 4 de fevereiro de 2026
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Banco Central revisa projeções de inflação para o Brasil em 2024

Analistas ouvidos pelo Banco Central ajustaram levemente para baixo as estimativas de inflação ao fim deste ano, mantendo estabilidade nos juros básicos

O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (25) o novo Boletim Focus, que traz uma leve redução na projeção da inflação ao final de 2024, de 4,46% para 4,45%. A previsão foi ajustada após análises de especialistas, que, na semana passada, colocaram a estimativa do IPCA dentro do teto da meta, de 4,5%. As expectativas para 2025 e 2026 também sofreram pequenas modificações, indicando consolidação de tendências na economia brasileira.

Projeções de inflação e juros mantêm estabilidade e leves ajustes

Segundo o documento, a previsão para o índice oficial de inflação, o IPCA, ao fim de 2024 foi reduzida de 4,46% para 4,45%, refletindo um cenário de controle da alta de preços. Para 2025, a estimativa permanece próxima dos 6%, enquanto para 2026 a projeção foi ligeiramente reduzida de 4,20% para 4,18%. As expectativas para os anos de 2027 e 2028 foram mantidas em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

Estabilidade na taxa Selic e perspectivas para o mercado de juros

O documento mostra que a previsão para a taxa básica de juros, a Selic, permanece em 15% ao ano para 2024, pela 22ª semana consecutiva. Para 2025, a estimativa caiu de 12,25% para 12%, enquanto para 2028, a projeção foi ajustada de 10% para 9,75%. Essas variações indicam uma expectativa de manutenção do ritmo de retirada de estímulos, porém com leves possibilidades de flexibilização no médio prazo.

Estímulo à economia e outras variáveis permanecem sem alterações

Não houve mudanças nas projeções relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) nem ao dólar, sugerindo estabilidade nos principais cenários de crescimento econômico e câmbio. Essas variáveis continuam pertinentes para o entendimento do contexto macroeconômico e das políticas do Banco Central, que busca manter a inflação sob controle sem comprometer o crescimento.

Para mais detalhes, confira o relatório completo do Boletim Focus.

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