Brasil, 31 de dezembro de 2025
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Trump volta a atacar Jimmy Kimmel em nova crise de humor na TV

Na madrugada de quinta-feira, o ex-presidente Donald Trump manifestou sua irritação com Jimmy Kimmel, após o apresentador dedicar 10 minutos de seu programa a criticar diversos pontos ligados à sua figura, incluindo sua riqueza, família, lealdade e conexões com Jeffrey Epstein. A mensagem foi feita através de sua rede social, Truth Social, às 12h49, onde Trump questionou a permanência de Kimmel na televisão, alegando que ele “não tem talento” e que deveria ser desligado imediatamente.

Nova crise: ataque de Trump a apresentador de TV

Durante seu comentário, Trump também atacou Seth Meyers e outros apresentadores de late night, reiterando seu histórico de críticas a pessoas que fazem sátira ou piadas sobre sua figura pública. Segundo fontes, sua reação foi impulsionada por uma forte irritação após o programa de Kimmel apontar temas considerados delicados para o ex-presidente, como o envolvimento de Epstein, além do questionamento sobre sua lealdade e a influência de seus aliados políticos.

Repercussões nas redes sociais e impacto na mídia

Após o ataque, Kimmel respondeu ironicamente, apontando que muitos dos aliados mais próximos de Trump teriam traído sua confiança neste episódio, e comentou que essa atitude representou um revés para o ex-presidente, que costuma externalizar sua raiva de forma pública. Além disso, o humorista lembrou que Trump tinha tentado censurar Kimmel no passado, além de ter feito duras críticas durante a campanha presidencial de 2024.

Histórico de ataques de Trump a comunicadores

Este não foi o primeiro episódio em que Trump disparou contra figuras do jornalismo ou apresentadores de programas de entretenimento. O ex-presidente já havia tentado censurar Kimmel na época de seu mandato e foi frequente ao atacar outros humoristas como Seth Meyers. Sua postura agressiva contra a imprensa e personalidades da televisão tem sido uma constante ao longo de seus anos na política.

Contexto e próximas ações

Especialistas avaliam que o episódio reflete a instabilidade emocional de Trump e sua tendência de reagir agressivamente às críticas. Não há indicações de que ele vá adotar medidas concretas contra Kimmel ou outros apresentadores, mas a situação reforça o clima de tensão entre o ex-presidente e o mundo do entretenimento. Além disso, a tentativa de Trump de influenciar a mídia parece continuar apesar de seu discurso de campanha, no qual prometeu liberar os arquivos de Epstein, o que ainda não ocorreu.

O episódio também evidencia a polarização da comunicação política nos Estados Unidos, em que figuras públicas de esquerda e direita se envolvem em conflitos públicos por temas que, muitas vezes, ultrapassam os limites do bom senso. A situação permanece em alta nas redes sociais, alimentando debates e especulações sobre o futuro de Trump na política e na mídia.

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