Brasil, 1 de janeiro de 2026
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As histórias mais brutais de serial killers e suas últimas refeições

A prática de conceder uma última refeição aos presos condenados revela preferências surpreendentes e reflete o lado psicológico do crime

Ao longo das décadas, as últimas refeições de serial killers têm fascinado o público, revelando gostos inesperados e criando uma interseção curiosa entre crime, cultura e psicologia. Conheça as histórias de alguns dos mais infames assassinos em série e suas escolhas finais antes da execução.

John Wayne Gacy: O palhaço assassino

Alias “Killer Clown”, Gacy foi um dos mais notorios serial killers dos Estados Unidos, ativo na década de 1970 em Chicago, e com pelo menos 33 vítimas. Antes de suas crimes, apresentava-se como palhaço em eventos sociais. Sua última refeição foi uma combinação de comida de fast food: um balde de frango do KFC, 12 camarões fritos, um quilo de morangos, batatas fritas e um refrigerante Diet Coke.

Ted Bundy: O sedutor brutal

Confessou 30 assassinatos, mas a suspeita é de que seus crimes tenham ultrapassado 100 vítimas, todas jovens mulheres. Executado por cadeira elétrica em 1989, Bundy optou pelo jantar padrão da prisão: bife ao ponto, ovos mexidos, hash browns, torradas com manteiga e geléia, leite e suco.

Aileen Wuornos: A know as “Damsel of Death”

Prostituta que matou seis homens e possivelmente um sétimo entre 1989 e 1990 na Flórida, Wuornos alegou inicialmente legítima defesa, mas recuou posteriormente. Sua última refeição foi um simples café, que ela escolheu ao invés de uma última janta formal.

Gary Ray Bowles: O “I-95 Killer”

Motivado por ódio e trauma pessoal, Bowles assassinou seis homens idosos gays em 1994. Executado por injeção letal em 2019, sua última refeição foi composta por três cheeseburgers, bacon e batatas fritas.

Oscar Ray Bolin: O serial killer brutal

Responsável por múltiplas mortes de jovens mulheres na Flórida na década de 1980, Bolin foi executado em 2016. Sua preferência foi um bife de costela ao ponto, batata assada com manteiga e creme azedo, salada de alface, pepino e tomate, pão de alho assado, torta de merengue de limão e Coca-Cola.

Bandas de crimes e preferências finais reveladoras

Vários desses indivíduos tinham rotinas de prisão marcadas por comportamentos perturbadores, como a execução de crimes brutais com uso de métodos detalhados, e muitas vezes expressaram-se de forma provocativa em suas últimas refeições. Além de refletirem gostos particulares, essas escolhas frequentemente tinham um simbolismo ou uma história por trás.

Reflexões culturais e psicológicas

As últimas refeições de assassinos em série representam mais do que o desejo de um último prazer; revelam aspectos profundos de suas personalidades, traumas e, às vezes, uma tentativa de afirmação diante da morte. Psicólogos explicam que essas preferências podem indicar uma busca por controle ou uma expressão de suas complexas mentes criminosas.

O fato de alguns escolherem refeições simples, como café ou hambúrguer, enquanto outros optam por comidas mais elaboradas ou específicas, destaca o contraste entre suas personalidades e histórias de vida. Esse fenômeno também reflete a cultura da punição capital e o paradoxo entre a brutalidade dos crimes e o ritual de despedida.

Perspectivas futuras

Embora a pena de morte continue a ser aplicada em diversos estados americanos, o interesse pelo lado psicológico dos criminosos e suas últimas vontades permanece vivo. As histórias desses serial killers continuam a alimentar debates sobre justiça, punição e saúde mental, além de reforçar o fascínio coletivo pelo lado obscuro da natureza humana.

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