Brasil, 1 de janeiro de 2026
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Michelle Obama revela por que não irá disputar a presidência novamente

Em entrevista, ex-primeira-dama afirma que o país ainda não está preparado para uma mulher na Casa Branca

A ex-primeira-dama Michelle Obama afirmou, em uma recente entrevista, que não pretende se candidatar à presidência dos Estados Unidos, justificando que o país ainda não está preparado para uma mulher nesse cargo. A declaração surgiu após um vídeo em que ela comenta sobre o impacto da figura da primeira-dama na percepção pública, destacando que ainda há resistência de certos setores da sociedade.

Resistência cultural e racismo como obstáculos

Durante a entrevista, Michelle foi perguntada por Tracee Ellis Ross sobre como o papel de primeira-dama influencia a candidatura feminina. Ela respondeu que, infelizmente, a sociedade americana ainda não avançou o suficiente, dizendo: “Nós ainda não estamos prontos”.

“Não me olhem, porque vocês não estão prontos”, declarou, ressaltando que há uma aceitação limitada de mulheres liderando o país. “Ainda há muitos homens que acham difícil ser liderados por uma mulher, e isso é triste”, completou, recebendo aplausos do público.

Razões adicionais para sua recusa

Além do fator cultural, Michelle também destacou os obstáculos enfrentados pelo ex-presidente Barack Obama, incluindo o racismo extremo e as campanhas de difamação que receberam durante seus mandatos. Ela afirmou que o ambiente político e social ainda representa um desafio para qualquer mulher que aspire à presidência.

Um internauta comentou que a resistência de Michelle é compreensível, devido às dificuldades enfrentadas pelos Obamas, incluindo o racismo e os ataques pessoais. “Ela tem razão. Os Estados Unidos não estavam prontos em 2016 e provavelmente não estão agora”, escreveu uma pessoa nas redes sociais.

Cenário atual e futuro político

Apesar de sua popularidade, Michelle deixou claro que não há perspectivas de uma candidatura futura. Segundo ela, há uma necessidade de amadurecimento da sociedade americana, tanto cultural quanto politicamente.

Especialistas avaliam que sua posição reflete uma realidade difícil, em que a resistência a lideranças femininas se mantém enraizada. Ainda assim, sua voz é vista como um incentivo para um debate mais amplo sobre igualdade de gênero na política.

Impacto na sociedade e na política americana

O comentário de Michelle Obama reforça o desafio de superar preconceitos de gênero e raciais no cenário político norte-americano. Enquanto isso, sua postura é elogiada por aqueles que defendem maior representatividade feminina na Casa Branca.

Analistas afirmam que, apesar de sua recusa, ela continua sendo uma figura influente e um símbolo de progresso, convidando a sociedade a refletir sobre o que ainda precisa ser feito para uma maior inclusão no poder.

Você concorda com o posicionamento de Michelle Obama? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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