Após o ex-presidente Donald Trump anunciar sua retirada de apoio à congressista Marjorie Taylor Greene, chamando-a de “lunática” e criticando seu modo de agir, a deputada respondeu nesta quarta-feira (26) de forma contundente. Sua reação veio por meio de uma publicação no X (antigo Twitter), onde afirmou que seu apoio à divulgação dos arquivos de Jeffrey Epstein foi o que provocou a reação de Trump.
Trump desafia colegas republicanos a primar MTG
No domingo, Trump publicou uma série de comentários em sua rede social, principalmente chamando Greene de “ranting lunatic” (lunática) e destacando que ela só reclama, além de incentivar outros republicanos a apresentarem candidaturas contra ela em sua circunscrição. A postura do ex-presidente causou ondas de comoção entre seus apoiadores e críticos.
Resposta de Greene e a polêmica sobre os documentos de Epstein
Na sua postagem mais recente, Greene afirmou que “não adora ou serve a Donald Trump” e explicou que seu suporte à liberação dos documentos envolvendo Jeffrey Epstein foi o que a fez ser alvo de críticas. Ela compartilhou uma mensagem de texto enviada a um contato chamado “DJT”, aparentemente o próprio Trump, na qual ela incentivava o ex-presidente a “investir na liberação” dos arquivos.
“Foi por apoiar a divulgação dessas informações que Trump perdeu o controle”, publicou Greene, cujo post já acumula mais de 14 milhões de visualizações. Sua resposta gerou uma forte reação nas redes, demonstrando o clima tenso e polarizado entre os apoiadores e opositores do ex-presidente e da congressista.
Reação da opinião pública e próximo passo
Especialistas observam que essa troca de farpas exemplifica o contexto político cada vez mais parecido com um reality show, onde as alianças se desfazem e as críticas aparecem a qualquer momento. Um comentarista afirmou que “essa eleição parece mais uma disputa de programa de televisão, onde todo mundo é eliminado ao meio-dia”.
Futuro político do alinhamento
Analistas políticos avaliam que essa troca de declarações pode impactar ainda mais as alianças dentro do Partido Republicano, além de refletir a crescente polarização do cenário eleitoral. A postura de Greene sugere que ela continuará defendendo suas posições, mesmo com a resistência de figuras tradicionais do partido.
O clima de disputa acirrada promete gerar novos episódios de troca de farpas, com o universo político norte-americano de olho no que pode vir a ser um ano de intensas definições para o Partido Republicano e para a disputa presidencial de 2024.


