Brasil, 2 de janeiro de 2026
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Trump confunde magnéticos e gera dúvidas sobre seu conhecimento

Ex-presidente alega que sem magneto não há produção de carros, computadores ou TVs, levantando questionamentos sobre seu entendimento de ciência

Nesta semana, Donald Trump afirmou que, sem um magneto, não seria possível fabricar carros, computadores, televisores ou rádios. A declaração gerou perplexidade e debates nas redes sociais, pois muitos consideram que o ex-presidente demonstra desconhecimento básico sobre o tema.

Confusão sobre magnetismo e sua importância

Trump explicou que “é um esforço de 30 anos para monopolizar uma coisa muito importante” e que, em breve, terão “todos os magnetos de que precisam” devido a tarifas comerciais. “Se você não tem um magneto, não faz um carro”, afirmou durante um evento recente.

Entretanto, sua fala gerou críticas, já que especialistas e professores de ensino fundamental destacaram que a compreensão sobre o que é um magneto, ou ímã, é ensinada desde os anos iniciais da escola. Além disso, uma curiosidade chama atenção: o próprio Trump realizou uma ressonância magnética (MRI, na sigla em inglês) no mês passado, procedimento que depende justamente do magnetismo.

Reações e questionamentos na internet

Internautas usaram as redes sociais para abordar a confusão do ex-presidente. Alguns apontaram que o “M” de MRI significa “magnetic” (magnético), evidenciando que Trump deveria saber o que é um ímã. Outros, brincando, perguntaram se ele realmente conhece o conceito ou se, como presidente, também não sabe o básico de ciência.

Especialistas e professores de grade escolar também se manifestaram. Um professor de quinto ano comentou: “Me sinto na obrigação de esclarecer que magnetos são objetos comuns e bem conhecidos por crianças e adultos. Qualquer estudante de escola básica sabe disso.”

O contexto político e a dificuldade em entender conceitos técnicos

Enquanto isso, algumas fontes ligadas à ciência criticaram de forma mais contundente: “A situação revela a ignorância em temas fundamentais, o que é preocupante para alguém que ocupou o cargo mais alto do país.”

Outro aspecto relevante foi a menção de Trump de que, por causa de tarifas comerciais, os Estados Unidos terão “todos os magnetos de que precisam” em dois anos. Analistas veem essa fala como um exemplo do uso de discursos vazios, sem conexão com fatos ou conhecimentos técnicos.

Perspectivas futuras

Especialistas recomendam que, para evitar desinformação, é fundamental que lideranças e figuras públicas tenham clareza sobre conceitos básicos de ciência. Afinal, o entendimento desses itens é essencial não apenas para debates políticos, mas também para a educação da população.

Apesar das piadas e críticas, a confusão de Trump reforça a importância da divulgação de informações corretas, especialmente em tempos de debates públicos e políticos acalorados.

Quer saber mais sobre o impacto da desinformação na política? Confira nosso especial sobre comunicação e ciência e acompanhe as próximas novidades.

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