Brasil, 14 de janeiro de 2026
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Investir em K-pop: Hybe comprova o potencial lucrativo do gênero

Hybe, responsável por artistas como BTS e Seventeen, atinge lucros impressionantes e redefine o mercado musical mundial.

Se você ainda pensa que K-pop é só dancinha sincronizada e figurino colorido, talvez esteja na hora de atualizar seu portfólio — e seus conceitos. O gênero musical sul-coreano transcendeu as barreiras comuns e, hoje, é uma das maiores potências econômicas da indústria do entretenimento.

De acordo com o site Moneyhits, a Hybe Corporation, casa de supergrupos como BTS, Seventeen e NewJeans, acaba de provar que o pop coreano não só domina os palcos, como também os relatórios financeiros.

No terceiro trimestre de 2025, a empresa registrou uma receita de 727,2 bilhões de won sul-coreanos, equivalente a mais de US$ 500 milhões. Um feito impressionante, que demonstra que a verdadeira força do K-pop vai além da simples venda de CDs ou streaming em plataformas digitais.

O fenômeno financeiro do K-pop

O segredo desse sucesso meteórico pode ser resumido em três pilares: shows, fãs devotos e uma estratégia de expansão que faria qualquer multinacional corar de vergonha.

A receita com concertos cresceu mais de 230%, alcançando 245 bilhões de won. Grupos como Seventeen estão lotando estádios em todos os fusos horários, e os fãs não estão economizando: compram ingressos, lightsticks, camisetas, photobooks e até garrafinhas de água com o logo da banda. É o capitalismo emocional em sua forma mais lucrativa.

A Hybe não se destaca apenas no palco, mas também em suas estratégias de marketing e expansão internacional. A empresa está investindo pesado nos Estados Unidos e em aquisições estratégicas, além de parcerias com marcas de luxo. Os artistas da Hybe agora podem ser encontrados em playlists globais, comerciais de TV e até em campanhas de moda.

Fãs: a força por trás do sucesso

E se você acha que fã de música é tudo igual, claramente nunca conheceu um Army ou um Carat. Os fãs de K-pop são verdadeiros agentes econômicos: organizam mutirões para comprar álbuns, maratonam vídeos no YouTube e até financiam outdoors em cidades do mundo inteiro.

A Hybe soube capitalizar esse comportamento com plataformas como o Weverse, onde os fãs podem interagir com os artistas, comprar produtos exclusivos e consumir conteúdo personalizado. Esse engajamento resulta em uma conexão direta que produz uma fidelidade além da música, transformando cada lançamento em um evento global.

A experiência imersiva proporcionada pela Hybe transforma cada comeback em um evento que os fãs aguardam ansiosamente. E, à medida que novas tendências e projetos vão surgindo, a empresa parece surfando nessa onda com maestria.

Inovações e o futuro da Hybe

A empresa já anunciou novos projetos, incluindo grupos internacionais, investimentos em inteligência artificial para produção musical e até NFTs (sim, eles ainda estão por aí, firme e forte). Tudo isso para manter o ritmo acelerado de crescimento e consolidar sua posição como uma das maiores potências da indústria do entretenimento.

Os números da Hybe mostram que a música, quando bem gerida, pode ser um negócio altamente lucrativo. Mais do que apenas notas e melodias, o K-pop se consolidou como uma máquina de gerar receita, engajamento e inovação.

E se você ainda acredita que isso é apenas uma moda passageira, talvez seja hora de rever seus conceitos e investimentos — quem sabe incluir ações da próxima gigante do pop global na sua carteira. Porque no mundo da Hybe, os hits não param, os lucros não dormem e os fãs… bem, esses continuam comprando tudo o que tiver o rosto do ídolo estampado.

E isso, meus amigos, é o tipo de fidelidade que nem banco consegue garantir.

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