Pela sexta semana consecutiva, o mercado financeiro revisou para baixo as estimativas do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a prévia oficial da inflação. A projeção para 2024 passou a 4,55%, de 4,56% na última divulgação, de acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (3/11) pelo Banco Central (BC).
Desaceleração lenta da inflação
O resultado confirma a tendência de desaceleração gradual da inflação no país, alinhada às projeções do mercado financeiro. Segundo analistas, esse ritmo de queda é positivo para manter a inflação próxima da meta estabelecida pelo governo, garantindo maior estabilidade econômica.
Projeções para os próximos anos
As estimativas indicam que a inflação deverá ficar em 4,20% em 2026. Para 2027, a expectativa foi ajustada de 3,82% para 3,80%. Já para 2028, a previsão reduziu de 3,54% para 3,50%, demonstrando um esforço contínuo para reduzir o desempilhamento dos indicadores.
Economia e juros estão estáveis
O levantamento revela que o Produto Interno Bruto (PIB) permanece estimado em 2,16% desde a última semana, condição vista como positiva para o setor econômico. A taxa básica de juros (Selic) também permanece em 15%, nível considerado elevado, e o dólar cotado a R$ 5,41, sem alterações recentes.
Perspectivas favoráveis com negociações internacionais
Espera-se que as negociações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente a possível revogação das tarifas de importação sobre produtos brasileiros, possam impulsionar o cenário econômico e melhorar as perspectivas futuras para o país.
Segundo o setor financeiro, essas melhorias podem refletir positivamente nas expectativas de crescimento e estabilidade econômica nos anos seguintes.
Para acompanhar mais detalhes sobre as projeções do mercado financeiro, acesse o reportagem da Metropoles.















