A reforma tributária brasileira está ganha cada vez mais relevância e deve ter sua fase de transição entre 2026 e 2033, trazendo mudanças que podem impactar significativamente as finanças das empresas. De acordo com Eliézer Marins, CEO da Marins Consultoria, a implementação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual, que substituirá o atual sistema, promete não apenas desburocratizar a carga tributária, mas também exigir que as empresas repensem suas estratégias financeiras e operacionais.
A transição para o IVA Dual
O novo sistema tributário, que será composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), busca unificar tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS, que até hoje complicam a vida dos empresários com suas diversas regras e obrigações acessórias. Marins explica que, apesar da intenção de simplificação, os primeiros anos de transição demandarão um aumento da complexidade.
Durante os primeiros anos, o IVA será cobrado em paralelo à antiga estrutura tributária, o que gerará um desafio adicional para as empresas que precisarão operar com dois sistemas simultaneamente. “O período de transição exigirá uma revisão minuciosa das práticas atuais de apuração e arrecadação, além de um investimento significativo na atualização de sistemas e treinamento das equipes”, destaca Eliézer.
Impacto no fluxo de caixa
Uma das principais mudanças trazidas pela reforma será a nova abordagem sobre o crédito tributário. Com o modelo de split payment, parte dos impostos devidos será recolhida diretamente pelo sistema, sem passar pela conta da empresa. Isso pode afetar o capital de giro, obrigando os empresários a reestruturar seus planejamentos financeiros para evitar surpresas desagradáveis.
“A compensação de créditos tributários pode trazer prazos mais longos e, infelizmente, isso significa que as empresas podem enfrentar um aumento temporário na demanda por capital”, alerta Eliézer Marins. O planejamento tributário estratégico é, portanto, uma ferramenta crucial para adotar práticas que protejam o fluxo de caixa e garantam a conformidade fiscal.
Desafios e oportunidades
Com a expectativa de que a reforma traga benefícios, as empresas precisam também estar cientes dos desafios decorrentes do período transitório. O custo de adequação pode consumir de 0,3% a 1% do faturamento anual, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). É fundamental que os empresários não vejam a reforma apenas como uma mudança burocrática, mas sim como uma oportunidade para reavaliar sua gestão tributária.
“Um planejamento eficaz permitirá projetar cenários, simular impactos no caixa e identificar oportunidades de economia. Quanto mais cedo as empresas começarem a trabalhar em suas estratégias tributárias, menores serão os riscos e custos associados a essa transição”, acrescenta o CEO da Marins Consultoria.
Marins Consultoria: seu parceiro na transição tributária
Com 55 anos de experiência, a Marins Consultoria se posiciona como uma referência no mercado, combinando conhecimento profundo do sistema tributário com análises que identificam créditos legítimos e estruturação da recuperação fiscal das empresas. A abordagem estratégica vai além da simples apuração de tributos, integrando compliance, revisão de processos internos e orientação contínua para garantir que o aproveitamento dos créditos se traduza em real economia e maior previsibilidade financeira.
Para Eliézer Marins, essa gestão transformada – que deixa de ser apenas uma obrigação – pode proporcionar um diferencial competitivo significativo para os negócios. “As empresas que navegam de forma estratégica nesta nova realidade podem encontrar oportunidades de redução de custos e regularização fiscal que chegar a descontos de até 70% em tributos”, afirma.
Se você é empresário e deseja preparar sua empresa para as mudanças do sistema tributário brasileiro, entre em contato com a Marins Consultoria e descubra como fazer essa transição de forma segura e eficiente.
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