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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Política

Ex-advogado da Casa Branca alerta que americanos devem estar assustados com ações de Trump

<p> Ty Cobb, ex-advogado da Casa Branca, diz que os EUA enfrentam um momento autoritário e que a adesão à crise é fundamental</p>

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O ex-advogado da Casa Branca, Ty Cobb, que atuou na primeira administração de Donald Trump, afirmou neste domingo que os americanos "devem estar assustados até a morte" com as ações recentes do ex-presidente. Cobb fez a declaração durante uma entrevista à MSNBC, ao comentar a acusação contra o ex-diretor do FBI, James Comey.

Críticas às ações do Departamento de Justiça

Cobb destacou que o Departamento de Justiça, em processos tradicionais, concluiu que havia "insuficiência de provas" para processar Comey, mas que agora ele é alvo de investigações devido a sua suposta hostilidade ao ex-presidente. "Isto é realmente autoritarismo e deve assustar todo mundo", afirmou Cobb. Segundo ele, essas ações representam um risco à democracia estadunidense.

Preocupações com o uso de tropas e ameaças internas

O ex-advogado também expressou preocupação com a mobilização de tropas por parte de Trump em cidades americanas, sugerindo que essas ações poderiam ser "exercícios de prática" para algo mais grave no futuro. Cobb criticou o foco do ex-presidente em perseguir seus inimigos internos, considerando que isso deriva de uma "vingança narcisista".

Perigo da complacência da sociedade americana

"O que mais me assusta", disse Cobb, "é a quantidade de americanos que parecem não perceber o perigo que estamos vivendo e a necessidade de se levantarem contra Trump e o Partido Republicano". A discussão reforça os alertas sobre o momento crítico que os Estados Unidos atravessam e a importância de a população se posicionar diante dos riscos autoritários.

Reações e perspectivas futuras

Para Cobb, o cenário atual exige vigilância constante e uma reação firme da sociedade civil. "Se não nos unirmos e resistirmos a esses movimentos, podemos estar caminhando para uma crise ainda maior na nossa democracia".

Leia a análise completa aqui.

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