Após a visita de Donald Trump ao Reino Unido, uma rede de televisão local aproveitou para fazer uma paródia do ex-presidente, usando o estilo típico de provocação e exagero que costuma marcar suas ações públicas. A emissora anunciou uma transmissão intitulada "100 mentiras", prometendo mostrar mais de 100 afirmações falsas atribuídas a Trump, de forma extensa e satírica.
Humor às avessas ao estilo Trump
A programação, intitulada "100 mentiras. Donald Trump x A Verdade", foi divulgada com uma abordagem amplamente Trumpiana, usando letras maiúsculas, alertas dramáticos e frases de efeito provocativas. Como exemplo, circulou um anúncio irônico na qual a emissora convidava o público a não assistir ao programa, alegando que seria um festival de "fake news" e uma tentativa de atacar o ex-presidente.
Segundo o próprio canal, a intenção era brincar com o estilo combativo de Trump, que costuma transformar qualquer crítica em uma suposta conspiração ou ataque à sua integridade. Além da peça promocional, o canal até soltou uma provocação direcionada ao próprio Gavin Newsom, governador da Califórnia, sugerindo que ele estaria copiando a estratégia.
Reação de figuras públicas
A equipe de imprensa de Newsom respondeu às provocações de forma bem humorada, alegando que ele é "o verdadeiro líder mundial" e exigindo que o canal pare de copiar sua abordagem. A troca de comentários gerou ainda mais atenção na mídia britânica e internacional, alimentando o clima de sátira e entretenimento político.
Repercussão nas redes sociais
Nas redes sociais, a campanha de humor do canal britânico viralizou rapidamente, sendo compartilhada por usuários que se divertiram com a sátira à própria personalidade de Trump. Muitos destacaram o talento britânico para fazer piadas ácidas, mesmo em meio a eventos políticos internacionais.
A parody assim demonstra a criatividade do humor britânico em momentos de grande repercussão, transformando uma visita diplomática em uma verdadeira comédia de estilos exagerados e críticas veladas. Assim, o episódio reforça como a sátira pode ser uma arma poderosa contra figuras públicas controversas, seja nos Estados Unidos ou na Inglaterra.