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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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Morte de mulher durante aula de hidroginástica em Goiás gera comoção

<p> Maria de Fátima, de 53 anos, sofreu mal súbito após aula recomendada por médico e faleceu em hospital.</p>

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Goiânia – A cidade de Rialma, em Goiás, vive um momento de luto após o falecimento de Maria de Fátima Marques da Silva Borges, uma mulher de 53 anos que sofreu um mal súbito durante uma aula de hidroginástica, na última segunda-feira (1º de setembro). A vítima participava do projeto E-Multi, desenvolvido em associação com o Ministério da Saúde, e tinha sido incentivada a frequentar as atividades físicas por orientação médica. O incidente gerou grande comoção entre os moradores e questionamentos sobre a segurança das práticas esportivas.

Circunstâncias da tragédia

Segundo informações do Fundo Municipal de Saúde, Maria de Fátima sentiu-se mal enquanto se preparava para ir embora após a aula. Mesmo recebendo os primeiros socorros rapidamente, ela foi levada ao Hospital Municipal de Rialma, onde infelizmente não sobreviveu. A filha da mulher, Aline Borges, destacou que Maria estava em tratamento para problemas na coluna, mas que em geral se encontrava saudável, sem sintomas preocupantes antes do incidente. Exames recentes indicaram apenas uma leve alteração no colesterol, que estava sendo controlada com medicação.

Relato da família e apoio da comunidade

A filha, visivelmente abalada, afirmou que a mãe só havia participado daquela aula e não havia apresentado queixas durante o exercício. “Ela estava animada e motivada, o médico havia liberado para que ela fizesse hidroginástica. Estava tudo bem”, relatou Aline. Esse apoio e a frustração diante de uma tragédia tão inesperada ecoaram entre os amigos e a comunidade local, que expressaram suas condolências à família de Maria.

Medidas de segurança e investigação

A Prefeitura de Rialma emitiu uma nota de pesar, solidarizando-se com os familiares da vítima e reafirmando que todos os procedimentos de segurança foram respeitados durante a atividade. O Fundo Municipal de Saúde também informou que exames complementares serão realizados para esclarecer as causas da morte de Maria de Fátima. Todas as informações sobre a saúde da mulher foram revisadas e, segundo a instituição, estavam dentro dos parâmetros seguros para a prática de hidroginástica.

O comunicado do Fundo Municipal de Saúde reiterou: “A paciente havia sido encaminhada para a atividade física por seu médico, após avaliação clínica que constatou condições de saúde favoráveis à prática de exercícios, sem registro de comorbidades.”

Impacto sobre atividades físicas na comunidade

O caso levanta questões importantes sobre a segurança nas atividades físicas e a necessidade de supervisão médica rigorosa. A hidroginástica é amplamente aceita como uma alternativa segura e benéfica para pessoas de todas as idades, principalmente para aquelas que têm limitações físicas. No entanto, a morte de Maria destaca a importância de uma avaliação contínua das condições de saúde dos participantes e os riscos que podem estar envolvidos na prática de exercícios físicos, mesmo em ambientes monitorados.

Conclusão e legado

A perda de Maria de Fátima representa não apenas uma tragédia pessoal, mas também um despertar para a necessidade de um diálogo aberto sobre a saúde e segurança nas práticas esportivas. As autoridades locais, assim como as instituições envolvidas na promoção de atividades físicas, devem tomar providências para garantir que eventos como esse não se repitam. O legado de Maria será lembrado por sua energia e persistência em buscar uma vida mais saudável, servindo de inspiração para muitos, mesmo em meio à dor da perda.

Rialma chora a perda de uma cidadã ativa e bem disposta, lembrando a todos sobre a fragilidade da vida e a importância de cuidarmos de nossa saúde com responsabilidade e informação adequadas.

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