Brasil, 31 de agosto de 2025
BroadCast DO POVO. Serviço de notícias para veículos de comunicação com disponibilzação de conteúdo.
Publicidade
Publicidade

O impacto da dívida pública na luta de classes entre jovens e idosos

Reflexões sobre a dívida de R$ 9 trilhões e seu papel na disputa geracional que dominará os próximos 30 anos

O cenário econômico brasileiro aponta para uma disputa de formas raramente discutida: a luta entre jovens e idosos, impulsionada pela dívida pública de R$ 9 trilhões e suas implicações fiscais. Segundo analistas, essa questão será uma das principais agendas nas próximas três décadas, influenciando decisões políticas e sociais.

A dívida pública e a luta entre gerações

Para entender o peso dessa dívida, é útil recorrer à ideia de David Ricardo, um dos fundadores da economia, de que a dívida de hoje é o imposto de amanhã. Ou seja, o endividamento atual aponta para tributos futuros mais pesados, que recairão sobre as próximas gerações, especialmente os jovens.

Quem vai pagar essa conta? De acordo com especialistas, os atuais idosos agem como gastadores impulsivos, impulsionados por uma impaciência que resulta em endividamento: gastar hoje recursos que não existem significa sacar no futuro, comprometendo o desenvolvimento econômico e social.

Responsabilidade fiscal e o papel do juro alto

O aprendizado, embora recente, mostra que o juro alto no Brasil funciona como um freio natural à irresponsabilidade fiscal, elevando o custo do consumo presente em detrimento do futuro. Essa relação de troca entre o agora e o amanhã será central na luta por responsabilidade fiscal nas próximas décadas.

O desafio de convencer as novas gerações

Apesar do cenário desafiador, há esperança de que as futuras reformas no Orçamento possam promover maior responsabilidade. No entanto, convencer os jovens a abandonarem hábitos como o uso de vapes ou a assumir posturas de austeridade ainda será uma tarefa árdua, em um país de altíssima ansiedade por resultados imediatos.

A aprendizagem e os aprendizados do passado

O Brasil já passou por momentos de hiperinflação e, mesmo com dificuldades, deixou lições valiosas. Hoje, a taxa de juros elevada funciona como um sinal de alerta, refletindo a desordem fiscal que, muitas vezes, revela-se mais uma tentativa de ocultar a realidade do que de combatê-la.

Especialistas acreditam que os próximos 30 anos serão decisivos, afinal, já estamos enfrentando o início de um ciclo que envolverá seis diferentes governos, cada um lidando com a dívida, juros e a responsabilidade fiscal de uma forma distinta. O desafio será manter o equilíbrio entre sustentabilidade econômica e justiça social central nesta disputa geracional.

Para acompanhar mais detalhes sobre o tema, acesse a matéria completa no Fonte.

PUBLICIDADE

Institucional

Anunciantes